15-Aluísio Guimarães Mendes, o terceiro ladrão

A face oculta do deputado Aluísio Guimarães Mendes filho

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Comentário: Quem é o deputado Aluísio Mendes? É o politico que já teve pedido de prisão pela policia federal, acusado de atrapalhar investigações da PF.  No inquérito há várias gravações autorizada pela justiça, de conversas que mostra claramente Aluísio Mendes, alertando pessoas poderosas do estado sobre a investigação sigilosa. Por conta disso, a PF pediua a prisão preventiva de Aluísio por vazar informação. Ele era apontado como líder da organização criminosa. Aluísio mente sobre diárias de hotel. Rouba o dinheiro do povo descaradamente, diárias em hotel de luxo em São Luis.
Reporter: a gente identificou em sua prestação de contas, alguns pagamentos há um hotel em São Luis, hotel cinco estrelas. Porque o senhor opta por ficar lá? Ainda mantem imóveis em São Luis?
Aluísio Mendes: sim, há um apartamento lá que eu aluguei em São Luis.
Reporter: E quando vai pro seu domicilio, opta por ficar em hotel ?
Aluísio Mendes: opta por ficar em hotel.
Reporter: deputado, nós encontramos uma diária no valor de quatro mil trezentos e quarenta e sete reais, não é caro demais?
Aluísio Mendes: depende do período que eu fiquei no hotel, eu não sei de que diária você está falando, mas se eu passei quinze dias, não acredito que o valor seja tão alto.
Reporter: a nota consta uma diária.
Gil Castelo Branco (secretário-geral contas abertas): o deputado, encontrou uma forma de aumentar os seus ganhos, quando ele está no seu estado ele tem imóveis alugados e mora no hotel, e quando ele está em Brasília ele recebe ou o auxílio moradia ou mora num apartamento funcional, ou seja, nós estamos pagando o lugar onde ele mora, seja em Brasília ou seja no seu estado.
Caso IDAC (Instituto do Desenvolvimento e Apoio a Cidadânia.) Um dos maiores escândalos da politica maranhense.

Jornalista: o reporter secreto foi pra São Luis do Maranhão pra investigar o desvio de um bilhão de reais, e sabe de onde esse dinheiro foi desviado? Da saúde pública.
Reporter: e adivinhe vocês quem estava envolvido? Ele mesmo, Aluísio Mendes. Sim. Ele recebeu dinheiro desviado dessa instituição, com saques em espécie na boca do caixa. Caso revelado para todo o Brasil pela TV globo em todos os telé jornais e no Fantástico.
Reporter: por sinal o diretor do IDARC é presidente de um partido, o « PSDC » no Maranhão, Antonio Augusto Aragão. Um dos envolvidos: Antonio Aragão, que aparece ao lado de Aluísio Mendes, foi preso.
Policia Federal: ele era o grande articulador, de toda essa forma de realização do desvio do dinheiro.
Reporter: foram desvio milionários da saúde.
Superintendente da Policia Federal no Ma. Alexandre Saraiva: nós calculamos, que os desvios todos nesses 3, 4 anos de investigação, já chega a casa de um bilhão de reais, desviado da saúde.
Reporter: você confiaria em alguém assim? Ele é falso moralista. Ele fez  314 mil de deposito em espécie, na campanha eleitoral, isso é crime! Não é a primeira vez que o deputado Aluísio Mendes envergonha seu estado, e foi um dos que votou contra os trabalhadores, a favor da reforma trabalhista e a favor do presidente Michel Temer, sendo beneficiado com verbas de mais de dez milhões. Isso é jogo sujo, pura bandidagem!

O Pinóquio Aluísio Mendes não é mais policial federal

Em 2020, Para apoiar a campanha eleitoral de Washington em Portugal, Aluísio Mendes fingiu ser polícia federal. Por que ele mentiu? Para ameaçar ou impressionar os oponentes?

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Eu sou da policia federal, tudo mundo conhece. E estou ouvindo pra onde estamos passado : Oh Dr. Washington é candidato ? Sabe que isso ? É medo ! Eles tem aprender que a eleição se gagne no voto ! Não ao tribunal ! E se ele não tem voto, não adiante estar com essa conversa.

PF já pediu prisão de Fernando Sarney e Aluísio Mendes


 

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O fato não é novo, mas é interessante para que as pessoas saibam o que ocorreu na período da Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, em que envolveu o empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney, e o hoje deputado federal Aluísio Mendes (PODE-MA).
Na época, Aluísio e Fernando foram apontados como figuras centrais do inquérito da PF. O Blog do Neto Ferreira teve acesso a toda essa documentação.
A Polícia Federal chegou a pedir prisão preventiva dos dois, conforme mostra trecho do inquérito abaixo. Fernando Sarney foi acusado de lavagem de dinheiro, corrupção e outros crimes. Já Aluísio Mendes foi acusado de vazar informações e prejudicar a operação para beneficiar a família Sarney.
Agente federal licenciado, Aluísio era nessa época um mero segurança particular do ex-presidente Sarney. Após o escândalo da operação, ele assumiu a Secretaria de Segurança Pública do governo Roseana Sarney, como uma especia de moeda de troca.
No inquérito, há várias gravações autorizadas pela Justiça, de conversas em que mostra claramente Aluísio Mendes alertando Fernando Sarney sobre a investigação sigilosa. O deputado chega a dizer que os federais estão seguindo o motorista do filho de Sarney.
Por conta disso, a PF pediu a prisão preventiva de Aluísio (por vazar informação) e Fernando, era apontado como o líder da organização criminosa (ORCRIM). Se fosse hoje com o forte movimento da Lava Jato, os dois já estariam na cadeia.
 

Conversas telefônicas como evidência irrefutável 

A Polícia Federal comunicou à TV-Globo as conversas telefônicas entre Aluísio Mendes e Fernando Sarney, para evitar sua prisão.
Mas o processo estava estranhamente arquivado... Pressão da família Sarney?

 

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Texto completo e conversas telefônicas

Jailton de Carvalho: Segundo a PF, Mendes Filho alertou Fernando Sarney, principal investigado em operação, que motorista dele estava sendo seguido pela polícia
Jailton de Carvalho
09/01/2014 - 19:54 / Atualizado em 09/01/2014 - 20:32
BRASÍLIA - O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Aluisio Guimarães Mendes Filho, envolvido na crise no sistema penitenciário do estado, é um dos auxiliares da mais alta confiança da governadora Roseana Sarney. A governadora o nomeou para o cargo mesmo sabendo do complicado currículo do secretário. Entre 2008 e 2009, Mendes Filho foi um dos principais investigados na Operação Boi Barrica, da Polícia Federal.
Durante as investigações, a polícia chegou a pedir a prisão de Mendes. Mas o pedido foi rejeitado por um dos juízes que atuaram no caso. Agente aposentado da Polícia Federal, Mendes Filho foi acusado de vazar informações da Operação Boi Barrica para o empresário Fernando Sarney, irmão de Roseana, e alvo central da investigação. Em gravações autorizadas pela Justiça, a PF descobriu uma conversa em que Mendes Filho alerta a Fernando Sarney que um dos motoristas dele estava sendo seguido pela polícia.
Um dos diálogos entre Mendes e Fernando Sarney foi interceptado às 9h55m de 19 de julho de 2008. Desconfiado do cerco da PF, o empresário pede para Mendes descobrir por que a polícia estaria atrás do motorista.

Fernando Sarney : — Porque, se tem algum colega teu, podia ir lá ver o que está acontecendo — diz Fernando Sarney, segundo relatório da Operação Boi Barrica.
Aluísio Mendes: — É...é isto que estou vendo. Eu tô ligando para um colega meu agora. Ele na caixa postal. Tem um delegado amigo meu de lá. Mas eu não tou conseguindo. Deixei dois recados agora na caixa postal dele — explica Mendes.
Jailton de Carvalho: No decorrer da conversa, o secretário orienta Fernando Sarney como o motorista deveria se preparar para uma eventual abordagem da polícia. Ele só deveria concordar em conversar com os policiais mediante intimação formal.
Aluísio Mendes: — Como ele não tem conhecimento nessa área, o cara pode dizer: você vai com a gente e ele acaba indo, né? Se dá uma pressão, dá uma ladeira nele e ele vai acabar. Entendeu? Então, alguém só para orientar. Dizer: se vocês querem conversar com ele, vocês intimem — recomenda o secretário.
Jailton de Carvalho: Num outro diálogo, minutos depois desta conversa, Mendes diz, em tom de vitória, que já descobriu que a placa de um carro usado na campanha do motorista de Fernando Sarney era mesmo da Polícia Federal como os dois suspeitavam.
Fernando Sarney : — Hei, Aloisinho — diz Fernando Sarney
Aluísio Mendes:— Sim, Fernando, diga — responde Mendes.
Fernando Sarney : — Não, não. Só prá te dizer: liguei lá agora. Estão lá, os três. Estão lá, num carro preto, na porta do prédio — conta Fernando Sarney.
Aluísio Mendes:— Eu já peguei até a placa para levantar, para ver se é mesmo do DPF (Departamento de Polícia Federal) — afirma Mendes.
Jailton de Carvalho: Investigação prejudicada
Para a polícia, o vazamento atrapalhou o andamento do inquérito e forçou a antecipação dos pedidos de busca e apreensão. Antes de se tornar a principal autoridade em segurança no Maranhão, Mendes Filho foi subsecretário estadual de Inteligência na administração anterior de Roseana. A subsecretaria era, no período, o principal serviço de investigações secretas vinculado ao governo estadual.
Mendes Filho se aproximou da família Sarney durante a CPI do Narcotráfico. Ele era um dos policias responsáveis pela escolta de Jorge Meres, testemunha-chave da comissão. Depois do trabalho na comissão, Mendes Filho foi chamado para trabalhar na equipe de segurança do então presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP), pai de Roseana. A partir daí, o agente da PF estreitou os laços com a família Sarney até chegar ao posto mais alto da segurança pública no Maranhão.

Sem a benção de Sarney, Aluísio Mendes provavelmente estaria preso

Esse artigo da Folha de São Paulo explica detalhadamente as inter-relações mafiosas entre a família Sarney e Aluísio Mendes.

 

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Texto completo do artigo:

Acusado em inquérito da Polícia Federal de vazar informações sigilosas à família Sarney, o segurança do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), passou a chefiar a área responsável pelo sistema de grampos da Secretaria da Segurança Pública do Maranhão.
Agente da PF, Aluísio Guimarães Mendes Filho é desde abril o secretário-adjunto de Inteligência. Foi alçado ao posto pela governadora Roseana Sarney (PMDB).
Embora ocupe o cargo de secretário-adjunto, Aluísio continua na função de segurança do senador. Na semana passada, viajou a Brasília para acompanhar Sarney no Senado.
Conforme a PF, o governo do Maranhão pediu ao Ministério da Justiça que o agente seja cedido ao Estado, mas ainda não há decisão sobre a solicitação.
A pasta que Aluísio assumiu comanda o sistema Guardião, capaz de grampear simultaneamente conversas telefônicas de 300 celulares e 48 telefones fixos. Avaliado em R$ 1 milhão, o sistema foi doado pelo Ministério da Justiça em 2007 -é o mesmo usado pela PF.
Usado na investigação de crimes, o programa de computador foi concebido para deixar arquivados os dados de todas as escutas telefônicas que realizou. Por isso pode sofrer auditorias a pedido de advogados.
Apesar dessa segurança, em março passado, um ex-funcionário da Secretária da Segurança Pública do Rio Grande do Sul afirmou que o Guardião foi utilizado em grampo ilegal.
Em texto que assinou na Folha em junho de 2008, com título "O perigo telefone", Sarney tratou do tema das escutas e disse que "nos Estados a coisa é mais primária". "Várias unidades da Federação criaram Abins [agências de inteligência], inclusive o Maranhão, todas têm o famoso Guardião. »
No ano passado, a PF flagrou Aluísio passando à família Sarney informações sigilosas da Operação Boi Barrica, cujo alvo era um dos filhos do senador, Fernando Sarney, suspeito de tráfico de influência, crimes contra o sistema financeiro e crime eleitoral.
A PF chegou a pedir a prisão preventiva do segurança, mas a Justiça negou. Depois, foi aberto um inquérito para apurar a atuação de Aluísio, acusado de violação de sigilo funcional.
As conversas gravadas pela PF mostram que Fernando recorreu a Aluísio por suspeitar que seu motorista em Brasília, Marco Antônio Bogea, estava sendo seguido. De fato, os agentes da PF monitoraram Bogea durante uma viagem que ele fez de São Paulo a Brasília, portando uma valise "em atitude bastante suspeita". Conforme a PF, Aluísio acionou informantes seus dentro da corporação em Brasília e São Paulo.
A PF captou, com autorização judicial, conversas entre Aluísio e o filho de Sarney.

Aluísio Mendes : « Fiz o contato lá em São Paulo, só preciso do nome completo do Marcos ».
Fernando Sarney : "Marco Antonio Bogea ».[...].
Aluísio Mendes : « É uma solicitação da diretoria geral de investigação de crime financeiro de Brasília. Eles pediram a colaboração da Superintendência de São Paulo, só passaram o retrato falado, o nome do Marco, o voo que estava indo ».[...]

Aluísio Mendes : « A orientação é aquela, é para ele ir embora. Se ele for abordado, pergunta do que se trata, se tem alguma intimação oficial, não, então, se vocês quiserem falar comigo, me manda uma intimação oficial ».
Os delegados responsáveis pela Boi Barrica, no pedido de prisão de Aluísio, escreveram que « o teor dos diálogos transcritos demonstra claramente que o agente Aluísio, que trabalha como segurança do senador José Sarney, repassou informações privilegiadas ao grupo ».


A Polícia Federal acusa Aluísio Mendes dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, organização criminosa

 Texto completo do artigo:
Suspeita tem conexão com suposta falsidade ideológica eleitoral na prestação de contas do parlamentar, além de possível organização criminosa. Investigação aponta que campanha teria sido abastecida com recursos federais desviados
A Polícia Federal atribui ao deputado federal Aluísio Mendes (PSC) indícios de prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica para fins eleitorais e de organização criminosa em uma notícia-crime que tramita em sigilo há três anos na Justiça Eleitoral do Maranhão.
Segundo documentação à qual o ATUAL7 teve acesso, o caso envolve possível desvio de recursos públicos federais destinados ao sistema de saúde do Estado do Maranhão, identificados no bojo da Operação Sermão aos Peixes, maior investigação contra a subtração de dinheiro público da saúde da história do estado.
A constatação se deu, inicialmente, a partir de diligências da PF na prestação de contas eleitorais do parlamentar, que é policial federal licenciado, referente ao pleito de 2014.
O levantamento apontou que Mendes teria se beneficiado com material de campanha providenciado pela empresa Halley Sá Gráfica e Editora, ao custo de mais de R$ 250 mil, mas que o valor da nota fiscal emitida na prestação de contas foi de apenas pouco mais de R$ 8,4 mil.
Ao justificar a ausência das notas, aponta a investigação, Aluísio Mendes teria alegado desconhecer omissões de despesas de campanha, e apresentado nova versão sobre os gastos não comprovados depois de parecer técnico conclusivo pela desaprovação das contas –que acabaram sendo aprovadas com ressalvas, após Antônio Aragão, então presidente do antigo PSDC (atual DC), tomar conhecimento da aceitação da dívida pela direção partidária.
Além dele, também é alvo da notícia-crime o ex-deputado estadual Sousa Neto, por indícios de prática dos mesmos crimes de que é suspeito Aluísio Mendes.
 
 

A PF diz, em memorando assinado pelo delegado Wedson Cajé, então chefe da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, que o suposto financiamento ilícito de campanha com recursos federais desviados teria ocorrido porque ambos seriam aliados políticos do então secretário de Saúde do Maranhão, Ricardo Murad. Casado com Tatiana Murad, Neto é também genro do ex-titular da SES.
A investigação aponta ainda que anotações constantes em uma agenda pessoa de Aragão, apreendida durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão no bojo da Operação Rêmora, deflagrada pela Polícia Federal em novembro de 2017, revelam possível acordo entre Aragão e Murad para financiamento de campanha de Aluísio Mendes e Sousa Neto.
No manuscrito, há referência a pelo menos dois pagamentos, um de R$ 517 mil e outro de R$ 550 mil, destinados apenas à campanha eleitoral de Aluísio Mendes como, segundo a própria anotação, “ajuda IDAC”.
O dinheiro público, ainda segundo a investigação, teria saído dos recursos destinados para a administração de unidades hospitalares pelo IDAC (Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania), organização social alvo da Sermão aos Peixes.
“Há indícios robustos de que Ricardo Murad se utilizou do cargo de secretário de Saúde para financiar, formal e clandestinamente, candidatos vinculados ao seu grupo político”, diz trecho de conclusão parcial da PF sobre o caso.
Apesar não possuir qualquer relação com o exercício parlamentar, o caso chegou a ser enviado para o STF (Supremo Tribunal Federal), mas houve declinação de competência para a Justiça Eleitoral maranhense no ano passado, por determinação do ministro Luís Roberto Barroso. Atualmente, tramita na 3ª Zona Eleitoral do Maranhão, em São Luís, com solicitação de autorização para instauração de inquérito policial.
Procurado pelo ATUAL7, Aluísio Mendes respondeu por meio de sua assessoria parlamentar que desconhece a investigação.
“A assessoria jurídica fez uma busca no STF e no TRE e não localizou nada relacionado a esse processo resultado da operação citada… Só se está correndo em segredo de justiça, coisa improvável de acontecer!! Se foi citado, ele nunca tomou conhecimento ou foi notificado”, disse.
 

 Impostura e ameaças de Aluísio Mendes

Apesar de todas as graves acusações contra ele por parte da Polícia Federal, Aluísio Mendes continua a fazer acreditar que tem influência sobre os ex-colegas... Ele leva seus sonhos para a realidade.

 

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 O deputado estadual Josimar de Maranhãozinho (PR) vem sofrendo constantes ataques por parte da imprensa alinhada ao deputado federal Aluísio Mendes (PODE).
Mendes tem usado a imprensa como uma espécie de “pombo-correio” para mandar recados a Josimar. Ele quer atropelar o deputado estadual em sua base eleitoral. Ambos são candidatos à Câmara Federal nas próximas eleições.
Agente federal licenciado desde quando assumiu a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão no governo Roseana Sarney, após se envolver num escândalo de vazamento (saiba aqui), Aluísio tem usado sua influência na Polícia Federal para tentar intimidar Maranhãozinho.
Prova disso foi sua entrevista, no mês de abril deste, em uma rádio. Aluísio Mendes falou que vai botar ‘colegas’ da PF para investigar Josimar. “Sou da Polícia Federal. Tenho colegas da polícia federal que eu trouxe ao meu gabinete para ajudarem no meu projeto político”, disse.
Além da federal, Aluísio também conta com a influência do seu ex-chefe José Sarney. Ele foi segurança particular do ex-presidente e tem contatos de pessoas poderosas.
E é justamente com esse jogo de ameaças – direta e indiretas, que o deputado federal pretende se reeleger em 2018.

Arrogância e insultos de Aluísio Mendes contra os seus adversários. Sinal de grande fraqueza?

Durante esta última campanha de 2024 ele se expressou com muita arrogância e desprezo contra Hominio, o adversário muito popular de seu potro Jovan.

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Aluísio Mendes Do outro lado, nós sabemos o que agente tem. Tem duas diferenças, professor Jovan tem currículo, o outro lado (Hominio) tem prontuário, Capivara. Essa a polícia já sabe. Essa é a primeira diferença que nós temos aqui. Daqui nós temos um homem reto, integro e correto. Do outro, nós temos uma nota de 3 reais. Alguém quer uma nota de 3 reais aí ? 

Resposta do povo : Nãooo !

Aluísio Mendes Porquê, porque é dinheiro falso né? Não vale nada, do outro lado só tem isso! E mais uma forma da gente avaliar, quem está do lado de cá, quem está do lado de lá, vocês conhecem o deputado federal que tem trabalhado por Bacuri, vocês não conhecem? Não preciso nem falar, nós vamos ter durante a campanha, muito tempo pra falar do que nos fizemos. 

Procuradora chama Aluísio Mendes de analfabeto

A procuradora de Justiça, Themis Maria Pacheco de Carvalho detonou o deputado federal Aluísio Mendes, em sua página de relacionamento (Facebook).
Themis Pacheco criticou a declaração de Mendes na CPI da Petrobrás e chamou ele de analfabeto. “O ‘jabuti trepado’ do Maranhão, Aluísio Mendes tem a ousadia de cobrar responsabilidade do Ministério Publico por pedir a abertura de Inquérito, bem se vê que é um analfabeto”, detonou.

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 Acusações gravíssimas de incompetência contra Aluísio Mendes, ex-secretário da Segurança de Roseana Sarney

 

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Constantemente, o deputado Aluísio Mendes (PSDC) é notícia positiva na mídia sarneisista, tachado entre outros adjetivos de bom articulador, com trânsito fácil na Câmara Federal, um parlamentar bem relacionado em Brasília.
Em pouco tempo, Aluísio conquistou o controle de vários partidos no estado em costuras com as direções nacionais das siglas. De mais a mais, conseguiu se entrosar bem com as bancadas da Câmara, o que lhe conferiu o papel de líder na Casa.
É de impressionar, sendo assim, que o antes incompetente, despreparado e inábil ex-secretário de Segurança de Roseana Sarney possa, inopinadamente, ter toda essa desenvoltura e capacidade como deputado. Na gestão de Mendes, o Maranhão viveu tempos de terror.
A verdade é que Aluísio Mendes é orientado pelo ex-senador José Sarney, seu padrinho político. Todos os passos de Mendes são determinados por Sarney, não faz nada, não toma uma decisão ou faz algo sem consultá-lo, ou seja, o oligarca manda, controla e está por trás de todas as articulações de Aluísio.
Portanto, essa expertise, notadamente divulgada na imprensa sarneisista, do deputado Aluísio Mendes se movimentar com maestria no tabuleiro político local e nacional tem nome e sobrenome: José Sarney.

 

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A reclamação é geral da população ludovicense que se sente insegura em bares, lanchonetes e restaurantes da capital.
Ninguém não quer mais sair de casa para fazer um passeio familiar. A falta de segurança é imensa e os riscos de ser assaltado são constantes.
No Plantão Central da Refesa, são inúmeras ocorrências registradas diariamente de pessoas que são vitimas de bandidos pela falta de policiamento nos bairros de São Luís.
O atual secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, desde quando assumiu o comando da pasta, tem acumulado uma série de rebeliões e um grande índice de rejeição pela população e por membros da própria corporação (policiais militares e civis, bombeiro e delegados).
Neste fim de semana, por exemplo, foram registrados diversos assaltos. Um deles no movimentado restaurante Panquecas & Companhia, no Bairro do Cohajap, onde seis bandidos fortemente armados, sendo um com uma escopeta, invadiram no último sábado, 11, e levaram todos os pertences dos clientes e o dinheiro do caixa.
Se realmente a governadora Roseana Sarney pretende fazer o melhor governo de sua vida, tem que começar a fazer mudanças, sendo primeiro, pela Segurança.


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Há 42 dias em greve, os delegados da Polícia Civil do Maranhão estiveram, hoje, 13, no Palácio dos Leões, para pedir a saída do secretário de Segurança Pública, Aluíso Mendes, das negociações.
Segundo a categoria, Aluísio Mendes não está dando importância para resolver as reivindicações apresentadas.
No Palácio, os delegados foram recebidos pelo secretário-chefe da Casa Civil, Luis Fernando, que se reuniram para reivindicar a recomposição salarial do período 2009/2010/2011.
Na reunião, a comitiva de delegados pediu o reajuste das horas extras em 10%, na mesma forma que foi concedida nas carreiras de Polícia Civil e Agente Penitenciário, sendo 5% imediato e 5% posteriormente.
Luis Fernando se responsabilizou a entregar a pauta de reivindicações para governadora Roseana Sarney, para que possa ser resolvido.



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NO Ministério Público Estadual instaurou inquérito civil para apurar as responsabilidades da secretaria estadual de Segurança Pública, comandada por Aluísio Mendes (foto) pela “situação de extremo abandono e caos” em que se encontram o Instituto de Criminalística (ICRIM), Instituto Médico Legal (IML), Instituto de Identificação (IDENT) e Centro de Perícia Técnica da Criança e Adolescente (CTPCA”. A representação é assinada por 23 promotores de Justiça.
Segundo os promotores por diversas ocasiões, inclusive em visitas in loco, realizadas por membros do Ministério Público, “que os Institutos vêm exercendo suas funções em condições precárias e insalubres, evidenciando-se o completo descaso do poder público“.
De acordo com o MP os reiterados atrasos nas entregas dos laudos, inclusive cadavéricos, tem prejudicado a conclusão de processos criminais e, “via de consequência, diversos relaxamentos de prisões por excesso de prazo, prejudicando a aplicação da lei penal“.
Os promotores de Justiça vão investigar o destino de R$ 2,4 milhões ( incluídos seis veículos Amarok) que foi destinado a Secretaria de Segurança, após o Ministério Público firmar dois Termos de Ajustamento de Condutas, com empresas privadas. Segundo o MP, até hoje esses recursos não foram utilizados em nenhuma melhoria nos institutos.
Os promotores vão requisitar a Comissão Central de Licitação a cópia integral dos processos licitatórios:
Processo nº 6971/2010, datado de 03 de dezembro de 2010, cujo objeto é a aquisição de material de informática para os órgãos IML, ICRIM, IDENT e CTPCA, no valor estimado de R$ 339.000,00;
Processo nº 6231/2010, datado de 26 de outubro de 2010, para serviços de reforma e adequação do IML, no valor de R$ 340.725,51;
Processo nº 6970/2010, datado de 03 de dezembro de 2010, para aquisição de material permanente para a SPTC, abrangendo seus órgãos IML, ICRIM, IDENT e CTPCA, no valor de R$ 62.467,84;
Processo nº 6972/2010, datado de 03 de dezembro de 2010, para a aquisição de material de informática para os Órgãos IML, ICRIM, IDENT e CTPCA, no valor de R$ 318.819,00;
Processo nº 5050/2010, datado de 30 de agosto de 2010, para a construção e reforma do ICRIM, no valor de R$ 312.204,11.

Apesar de todas estas acusações gravíssimas, Aluísio Mendes é por enquanto intocável. Mas por quanto tempo?

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Aluísio Mendes, o intocável…

Cenas do cotidiano de violência que se abateu no Maranhão; algumas delas tão fortes que foram distorcidas para não chocar…
É evidente que o bombardeio midiático em torno dos problemas do sistema penitenciário no Maranhão tem o objetivo evidente de desqualificar o secretário de Justiça, Sebastião Uchôa.
Ele seria o bode expiatório do sistema de Segurança como um todo, uma espécie de boi de piranha para manter blindado o incapaz secretário de segurança Aluísio Mendes – que a despeito de toda a incompetência se mantém incólume no cargo, aconteça o que acontecer.
Se presos dão ordens a bandidos em liberdade e estas ordens são cumpridas nas ruas, a culpa é do sistema de Segurança, que demonstra incapacidade de impedir as ações.
Mas Aluísio, mesmo assim, mantém-se inabalável.
Se um preso de alta periculosidade, como Júnior Bolinha, consegue pagar R$ 150,00 para dar um passeio no fim de semana e praticar novos delitos, a falha é do corrupto sistema de segurança pública.
Mesmo assim, Aluísio se mantém intocável.
Se facções se matam diante dos olhos da polícia e o sistema de segurança só consegue classificar de guerra entre gangues, sem apresentar reação, então o sistema de Segurança está falido.
…E Aluísio Mendes incólume no posto, altivo e cheio de teorias mirabolantes que não dão em nada
Mas Aluísio Mendes se mantém enraizado no cargo, aconteça o que acontecer.
Aluísio Mendes já se mostrou incapaz de gerenciar o sistema de Segurança, com suas teorias tolas e elucubrações impraticáveis. Seus auxiliares mais diretos, mostram-se, a cada entrevista, não entender nada de nada de Segurança Pública.
Sua equipe de delegados responsáveis pelas investigações mostram-se falhos, com  inquéritos mal feitos e investigações inacabadas.
Mas Aluísio Mendes continua incólume, inabalável, intocável, enraizado no cargo sem ameaça alguma de ser responsabilizado pela falência do sistema.
A recente troca e comando na Polícia Militar, com o afastamento da influência do secretário de Segurança na tropa – e consequente melhoria das ações da PM nas ruas – é uma mostra clara da ameaça que Aluísio representa ao sistema.
O coronel Zanoni Passos deixou claro desde o início que o comandante da Polícia Militar seria ele. E que, embora respeitasse a hierarquia com o chefe da SSP, caberia a ele, unicamente a ele, a tomada de decisões.
O resultado é uma PM mais ativa nas ruas, que aos poucos vai retomando a sua característica de policiamento ostensivo.
Infelizmente, o comando continua o mesmo na Polícia Civil.
E o resultado são agentes desmotivados, policiais sem vontade de ação e serviço de inteligência sem apresentar nem o básico.
E estas falhas desaguam diretamente no outro braço do setor de Segurança Pública, o sistema penitenciário, vinculado à Secretaria de Justiça.
E como elo mais fraco da corrente, é Sebastião Uchôa quem paga o pato pelo caos no sistema.
Já que Aluísio Mendes não pode ser tocado…

Mas esta protecção só poderá ser ilusória no futuro. Sarney não é imortal.

Este artigo do noticias.uol explica detalhadamente os segredos da sobrevivência de Aluísio Mendes. Mas os inimigos estão atentos ao momento oportuno que pode chegar de repente, sem aviso prévio..

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No epicentro da crise de violência no Maranhão, o secretário de Segurança Pública do Estado, Aluísio Guimarães Mendes Filho, resiste no cargo graças à proximidade com o senador José Sarney (PMDB-AP), chefe do poderoso clã e pai da governadora Roseana (também do PMDB). Ele foi segurança de Sarney, comandou a arapongagem no Maranhão e obteve emprego para a filha no Senado.
`Ex-agente da Polícia Federal, Aluísio é ligado ao senador desde a década de 90. Em 2003, Sarney o escolheu para ser um dos oito funcionários de confiança remunerados com verba pública a que todo ex-presidente da República tem direito. Nomeou Aluísio para ser seu segurança pessoal. O ato foi publicado no Diário Oficial da União em 23 de abril de 2003.
Hoje ele enfrenta, no comando da Segurança Pública do Estado, aumento de 17,4% da taxa de homicídio de 2011 a 2012 –último dado disponível –, incêndios propositais em ônibus urbanos e uma disputa sangrenta entre duas facções criminosas.
Aluísio fez a segurança pessoal de Sarney até 3 de setembro de 2009, quando sua lealdade foi recompensada e acabou alçado ao cargo de subsecretário de Inteligência do Maranhão. O posto lhe deu o comando do sistema « Guardião » do Estado, capaz de grampear 300 celulares e 48 linhas fixas simultaneamente.
Um ano antes, um grampo havia colocado Aluísio na mira de um inquérito da PF (Polícia Federal). Ele teve conversas telefônicas interceptadas e foi alvo de um pedido de prisão preventiva no âmbito da Operação Faktor (ex-Operação Boi Barrica), negado pela Justiça.
Os policiais e o Ministério Público Federal suspeitaram que Aluísio aproveitara seus contatos na PF para repassar informações sigilosas a Fernando Sarney, filho do senador, que estava sendo investigado por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.
Por falta de provas, a Justiça determinou o arquivamento do inquérito contra Aluísio. Em abril de 2010, ele assumiu o posto máximo da Segurança Pública maranhense no governo Roseana.

Filha no Senado
O vínculo de benefício mútuo entre Aluísio e os Sarney vai além do campo da pasta da Segurança. Em janeiro de 2007, a filha do ex-agente da PF, Gabriela Aragão Guimarães Mendes, então estudante, ganhou um cargo de confiança no gabinete de Sarney no Senado.
A nomeação foi assinada pelo ex-diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, exonerado em 2009 após a imprensa divulgar que ele costumava nomear parentes de senadores para cargos por meio de atos secretos, não publicados no Diário Oficial.
O jornal « O Estado de S. Paulo » divulgou, à época, que Gabriela seria « funcionária fantasma » e não aparecia no trabalho. Sarney negou e disse que a jovem cumpria seu horário « com assiduidade ».
Aluísio também foi chefe de gabinete da presidência do CJF (Conselho da Justiça Federal), órgão supervisor e corregedor das varas e tribunais da Justiça Federal no país, na gestão de Edson Vidigal –ex-assessor jurídico de Sarney na Presidência da República e nomeado por ele ministro do Superior Tribunal de Justiça, em 1988.
Para exercer o cargo, Aluísio obteve licença do posto de segurança pessoal de Sarney de julho de 2004 a outubro de 2005. Vidigal se aposentou em março de 2006.

« Dívida »
O deputado federal Domingos Dutra (SDD-MA), adversário histórico dos Sarney no Maranhão, afirma que Roseana manterá Aluísio no cargo pois o clã « tem uma dívida » com o ex-agente da PF. « Como o Aluísio era da comunidade de informações da Polícia Federal, ele alertou o Fernando [Sarney] sobre vários procedimentos, inclusive no caso da Operação Boi Barrica », afirma.
O UOL entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão na quarta-feira (8), mas não obteve retorno até esta quinta-feira (9).

Aluísio Mendes também estaria ligado a facções criminosas?

Muitos dizem isso, fora do microfone, mas a sua falta de eficácia no combate ao crime pode ser uma pista, como este vídeo onde vemos Aluísio Mendes trocando olhares com presos do bonde dos 40.

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Há indícios de que Aluísio Mendes se associa a pessoas muito questionáveis.

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O ex-secretário de Segurança Pública do Governo Roseana e hoje deputado federal, Aluísio Mendes, recebeu apoio nas eleições de 2014 de José Mansueto de Oliveira, ex-presidente da Câmara de Buriticupu-MA.
José Mansueto foi preso ontem, dia 14, durante a Operação Hymenaea, da Polícia Federal, que desarticulou um grupo criminoso ligado à extração e à comercialização de grandes quantidades de madeira ilegal, provenientes da Terra Indígena Caru e da Reserva Biológica do Gurupi.
O apoiador de Aluísio teve decretada prisão preventiva, juntamente com outros envolvidos, na mesma operação em que a PF estava à procura do secretário de Meio Ambiente, Marcelo Coelho, que apareceu só no final da manhã na SEMA.
Documentos obtidos pelo Blog do Luis Pablo apontam José Mansueto como madeireiro influente na região de Buriticupu e um dos líderes da extração ilegal de madeira proveniente de áreas protegidas (veja abaixo).
Mansueto, como é conhecido em Buriticupu, foi vereador e presidente da Câmara de 2007 a 2010. Também foi pré-candidato a prefeito nas eleições de 2012 com o apoio do então prefeito Antonio Marcos de Oliveira, o Primo, marido da deputada estadual Francisca Primo.
O deputado federal Aluísio Mendes, que é agente federal licenciado, terá que explicar como recebeu o apoio de um criminoso ambiental.

Cumplicidade no assassinato do jornalista Décio Sá ?

Alguns acusam Aluísio Mendes de grande « incompetência » na investigação deste bárbaro assassinato, que continua sem solução…

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O secretário de Estado da Indústria e Comércio, Simplício Araújo, detonou o deputado federal Aluísio Mendes (PODEMOS), em um grupo de WhatsApp.
Simplício botou no grupo uma reportagem em que enaltece a atuação do governo Flávio Dino, através do secretário Jefferson Portela à frente da Segurança Pública do Maranhão e que desqualifica o governo Roseana Sarney.
A reportagem cita quatro crimes de grande repercussão, em que três foram resolvidos de forma rápida e apenas o caso do jornalista Décio Sá com demora para elucidação.
Segundo a matéria, o crime do jornalista ainda “não teve solução”. Na época, o secretário de Segurança Pública do governo Roseana era Aluísio Mendes.
O Blog do Luís Pablo não conseguiu entrar em contato com a assessoria do deputado federal Aluísio para ouvir o seu lado, mas esta página está em aberto para publicar sua resposta.

 

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De todos os discursos em que se defendeu e criticou o comando da Secretaria de Segurança Pública do Estado, o de ontem, dia 10, ao ocupar a tribuna da Assembleia, foi o mais duro do deputado Raimundo Cutrim contra o secretário Aluísio Mendes.
Cutrim comparou Mendes com o assassino confesso Jhonatan Sousa, que executou o jornalista e blogueiro Décio Sá.
« Pergunto a Aluísio Mendes: qual a diferença de um criminoso, de um facínora, que tira a vida de um cidadão por dinheiro e outro sentado confortavelmente em um gabinete tenta tirar a honra e a dignidade de um cidadão que se presa? Não há diferença. Todos os dois são criminosos », disparou o deputado contra o secretário de Segurança.
Raimundo Cutrim disse que « esse grave fato deixa, portanto, Aluísio Mendes vulnerável na condição de continuar como Secretário de Segurança Pública do nosso Estado ».

Revelações
No mesmo discurso, o parlamentar revelou como surgiu o desafeto entre ele o secretário. Cutrim falou que começou quando se desincompatibilizou para disputar o segundo mandato de deputado estadual e foi à governadora Roseana Sarney para indicar o nome do delegado Nordman Ribeiro para assumir a Secretaria de Segurança.
O deputado disse que na época tinha um bom relacionamento e até amizade com Aluísio Mendes, que lhe procurou para ser o seu sucessor na Secretaria de Segurança.
Mas Raimundo Cutrim não apoiou o nome de Aluísio Mendes devido um vazamento de uma investigação que se processava na Polícia Federal com a autorização do Judiciário, em que o secretário na época como agente federal não soube guardar o sigilo da investigação.
Comentam que essa investigação seria a Operação Boi Barrica, em que o empresário Fernando Sarney foi investigado pela PF.
« Foi assim que começou a campanha sórdida contra a minha pessoa, porque eu fazia críticas e continuo fazendo aqui da tribuna da Assembleia contra a violência sem freios desencadeada no Estado e que continua galopando em passos largos até o presente momento em nosso Estado ».

Aluísio Mendes é um oportunista

Apropria-se de ideias, projetos e trabalhos de terceiros, inclusive do Serviço de Inteligência da Polícia Militar, ou da Fundação Palmares.

 

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É isto mesmo! A cúpula da polícia militar do Maranhão está insatisfeita com o secretário Aluísio Mendes.
O alto comando da PM condena a atitude do secretário de segurança ao dar sucessivas declarações à mídia ressaltando seu trabalho, o das «Forças de Segurança » do Estado e as “operações conjuntas” das polícias civil e militar, na segurança dos presídios e na pronta resposta aos atentados das facções criminosas. Ora! Todos sabem que a única força que está trabalhando nos presídios é a polícia militar.
Todos sabem que foi o Serviço de Inteligência da Polícia Militar que conseguiu identificar e prender, em menos de 36 horas, dezenove dos envolvidos nas ações criminosas promovidas em nossa capital, inclusive naquelas contra as delegacias da polícia civil.
Todos observam que é a polícia militar que está ainda mais presente nas ruas, buscando garantir a segurança do povo maranhense.
Para tanto, a jornada de trabalho dos policiais militares foi ampliada, ficando ainda mais dura e perigosa. Nenhum policial militar está insatisfeito por estar trabalhando mais. O que está deixando o alto comando insatisfeito são as declarações do próprio secretário de segurança e de integrantes de outras “Forças de Segurança” querendo dizer que estão fazendo o trabalho que, na verdade, está sendo feito pela polícia militar.
“A Cesar o que é de Cesar”!

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Enquanto cidades maranhenses como Marajá do Sena, Bacabal, Porção de Pedra, Pedreiras e tantos outras são castigas pelas fortes chuvas e precisam de ajuda, sobretudo, da doação de alimentos, o deputado federal Aluísio Mendes (PSC) faz política partidária e fisiologismo com milhares de toneladas de cestas básicas do governo federal.

 O Blog do Domingos Costa teve acesso a uma relação de 25 municípios (confira ao lado) nos quais os prefeitos apoiam o parlamentar, em todas essas cidades foram destinadas diversas toneladas de alimentos por indicação de Mendes para os gestores fazerem “política”.

Ao todo foram nada menos que 32 mil cestas básicas grandes [de 20 quilos cada] recebidas pelas prefeituras que apoiam Aluísio, são elas: Alto Paraíba, Apicum-Açu, Bacuri, Belágua, Campestre, Capinzal do Norte, Carutapera, Cururupu, Governador Nunes Freire, Joselândia, Paulino Neves, Primeira Cruz, Ribamar Fiquene, Rosário, Santa Helena, Santo Antônio dos Lopes, São Benedito do Rio Preto, São João Batista, São Luís Gonzaga, Senador Alexandre Costa, Tuntum, Turiaçu e Urbano Santos.

Além dessas, as duas maiores cidade do Maranhão nas quais o parlamentar possui vereadores e outros apoiadores na prefeitura também receberam os alimentos: São Luís e Imperatriz.

SEMSA virou comitê de campanha eleitoral

Toda essa montanha de cestas básicas é oriunda do governo Federal, mais precisamente do Programa Alimenta Brasil (PAB), que substituiu o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
O alimento foi adquirido pelo deputado por meio do Ministério da Cidadania junto ao Secretário Nacional de Inclusão Social e Produtiva, Delcimar Oliveira, conhecido como “Kako”.
E nesse imbróglio envolvendo as 32 mil cestas básicas existem dois problemas:
Primeiro é o fato desse alimento ter sido recebido pela prefeitura de São Luís por meio da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar (SEMSA), que funcinou como um comitê de campanha eleitoral do deputado Aluísio.

 Após receber os alimentos, a gestão Eduardo Braide forneceu a logística necessária para distribuição aos demais prefeitos maranhenses que apoiam o deputado.

E, em segundo, o fato de apenas Aluísio Mendes ter sido beneficiado pelo governo Fedral, em detrimento de todos os demais parlamentares maranhenses que igualmente fazem parte da base de apoio do presidente Jair Bolsonaro.

    

Aluísio Mendes também desvia dinheiro público

Como as despesas exorbitantes no luxuoso hotel Luzeiro, em São Luís, as viagens de helicóptero da polícia durante sua campanha eleitoral, os empregos fictícios…. Nada o impede.

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O ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão e atual deputado federal, Aluísio Mendes (Pode-MA), vem fazendo uma verdadeira farra de diárias com dinheiro público.
Em consulta ao site da Câmara dos Deputados, o Blog do Neto Ferreira apurou que no período de fevereiro de 2015 a agosto de 2017, o deputado usou irregularmente a verba parlamentar para pagar despesas pessoais no Hotel Luzeiros, localizado na Ponta do Farol, em São Luís. O gasto foi de R$ 131.740,42 mil.
Mendes possui um imóvel na capital maranhense, mas optou em alugá-lo. Desse modo, aumenta o seu rendimento financeiro e usa o dinheiro público para se hospedar no hotel 5 estrelas.
De acordo com a Câmara Federal, em 2015, o deputado usou R$ 39.048,73 mil da cota parlamentar em hospedagens no luxuoso hotel. Em 2016, o gasto foi maior, foi usado R$ 60.615,77 mil em diárias, e, em 2017, Mendes já pagou R$ 32.075,92 mil para o Hotel Luzeiros.
O descaso com o dinheiro público é tão grande, que o parlamentar chegou a pagar R$ 4 mil em apenas uma diária em janeiro de 2015 Se Aluísio Mendes tivesse alugado um apartamento em um bairro nobre da capital maranhense com preço de R$ 2 mil, o custo seria de R$ 64 mil, ou seja, quase 60% a menos do valor total referido acima.
Mas, os gastos não param por aí. O Blog fez um levantamento geral e verificou que os custos de hospedagens do deputado são bem maiores.
No total, o parlamentar já pagou R$ 160 mil em diárias em diversos hotéis em apenas 2 e meio anos de mandato.

 

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A utilização de um helicóptero de uso exclusivo da Polícia Militar do Maranhão pelo ex-secretário de Segurança Pública do Estado, Aluísio Mendes, em uma atividade de pré-campanha eleitoral, foi denunciada pelo deputado estadual Bira do Pindaré (PSB), na sessão plenária na última quarta-feira (23).
De acordo com o parlamentar, o ex-secretário teria justificado o uso alegando a realização de uma palestra, no município de Grajaú, contudo Aluísio se desincompatibilizou do cargo para ser candidato a deputado federal nas eleições de 2014.
No entendimento de Bira, palestra em pré-campanha é pré-campanha. “É um pré-candidato ele não está mais em atividade oficial do governo, portanto nós precisamos levantar esse questionamento aqui na Assembleia sobre o uso da máquina pública do Estado na campanha eleitoral de 2014”, questionou.
O parlamentar pediu para a Justiça Eleitoral não fechar os olhos para o uso da máquina e da estrutura pública em pré-campanha, e solicitou ao Ministério Público uma ação que coíba a prática flagrante e o uso do dinheiro público para fins de campanha.
O deputado lembrou que no momento que o Maranhão vive um caos na área da Segurança Pública e da Administração Penitenciária, o ex-secretário passeia e utiliza um helicóptero da PM para fazer pré-campanha.
“O que o ex-secretário fez foi um flagrante de desrespeito à legislação eleitoral e o abuso do uso da máquina pública na sua pré-campanha como candidato. Não faz sentido que alguém utilize as suas influências, como o ex-secretário de Estado, para fazer uso do helicóptero oficial do governo para fazer campanha onde quer que seja”, denunciou Bira.

 

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Aluísio Mendes no centro da corrupção

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Há uma grande operação no Governo do Estado para eleger o ex-secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, ao cargo de deputado federal, nestas eleições.
O Blog do Luis Pablo foi informado que Aluísio vem ampliando sua atuação nos municípios através das transferências de recursos “Fundo a Fundo” da Saúde.
Para se ter ideia, a governadora Roseana Sarney liberou R$ R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais) para o ex-secretário destinar para uma determinada prefeitura.
O suposto esquema acontece da seguinte forma: Aluísio Mendes destina o recurso para uma Prefeitura “X” e o prefeito repassa R$ 2 milhões e fica com R$ 500 mil.
Os deputados de oposição devem apurar o caso, para denunciar na tribuna da Assembleia Legislativa..

 

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O ex-secretário de Segurança do governo Roseana Sarney e deputado federal Aluisio Mendes (Podemos) realizou vários depósitos em espécie na sua campanha eleitoral de 2014.
Consta no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na prestação de contas eleitorais, que Aluísio fez cinco depósitos num total de R$ 314.030,00.
Aluísio Mendes foi eleito pelo PSDC, legenda que era comandada por Antônio Augusto Silva Aragão, que deixou de comandar o partido depois que foi alvo de uma recente operação da Polícia Federal.
Antônio Aragão está no presídio de Pedrinhas desde o dia 2 deste mês. Ele é acusado de desviar milhões de recursos da saúde pública do Maranhão, através do Instituto de Desenvolvimento e Apoio ao Cidadão (IDAC).
A PF encontrou uma grande quantia de dinheiro público na sede do PSDC. Por conta disso, os federais trabalham na linha de que Aragão usou o recurso para beneficiar várias políticos em suas campanhas eleitorais.
Aluísio Mendes nunca se pronunciou sobre a prisão de Antonio Aragão e muito menos falou sobre como conseguiu tanto dinheiro para fazer esses depósitos em especie.

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Apesar de ter ganho, na metade de maio deste ano, o reforço de mais 211 novas viaturas para as atividades da Policia Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP/MA), comandada pelo agente da Polícia Federal Aluísio Mendes, não se contentou com a frota própria e resolveu criar despesa para os cofres públicos, com carros privados para o policiamento estadual.
Com base na edição de 9 de julho do Diário Oficial do Estado, que a SSP/MA assinou, no último dia 26, um contrato de R$ 644.160,00 com a empresa Locavel Serviços Ltda, para prestação dos serviços de locação de veículos para a polícia do Maranhão. Não há no contrato, no entanto, especificação de quantos veículos serão locados e o custo de cada um.
Para fechar com a Locavel, a SSP/MA deixou ainda de realizar o processo de licitação para a contratação, que foi feita por meio de adesão à ata de registro de preços do Governo do Estado do Tocantins.
De acordo com a resenha, o contrato, que tem a vigência de 12 meses, pode ter sua duração prorrogada por mais 60 meses, por livre conveniência da Secretária de Segurança, mediante termo aditivo, independentemente de novo procedimento licitatório.
Em agosto de 2011, a empresa contrata por Aluísio Mendes foi desclassificada de um pregão no Senado Federal, por envolvimento em uma fraude de licitação para contratação de veículos.
Com matriz no Recife (PE), a Locavel teve também um contrato com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte anulado, em setembro 2012, por não ter entregue em tempo hábil os veículos alugados pelo mesmo período do contrato assinado pelo secretário de Segurança do Maranhão.
Devido à política de aquisição de veículos adotada pela SSP/MA, o modelo não gera patrimônio para o Estado, mas despesas para o contribuinte, já que não estão previstos no contrato assinado o pagamento de débitos de multas, falta de peças, pendências quanto a seguros e licenciamentos das viaturas.

 

Aluísio Mendes também é acusado de racismo

 

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Os secretários Ricardo Murad (Saúde) e Aluísio Mendes (Segurança) estão sendo acusados pelo médico nigeriano Kinglsley Ify Umeilechukwu de racismo.
Kinglsley foi preso no último dia 23, no Hospital Municipal de Bacuri (Baixada Maranhense), após uma denúncia do secretário de Sáude, em sua página de relacionamento (Facebook).
O nigeriano foi apresentado à imprensa pela cúpula da polícia como “falso médico”, sendo que ele na verdade é médico formado pela Universidade de Lagos, no sul da Nigéria.
O médico foi acusado pelo secretário de Segurança de exercício ilegal da profissão e de ser o responsável pela morte de uma criança, que foi mordida por um cão, sendo medicada em Mirinzal.
Para comprovar que Kingsley é médico profissional, os advogados dele apresentaram documentos que comprovam a conclusão do curso de Medicina na University of Lagos e a revalidação do diploma do nigeriano feita na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Segundo o nigeriano, a polícia quando prendeu ele sequer perguntou se tinha ou não a documentação que comprovasse que é médico.
“Eles me prenderam simplesmente porque eu sou negro. Porque não aceitam ou admitem que negros, como eu, podem sim exercer a medicina, ter oportunidade de estudar, de trabalhar e de prestar serviço a outras pessoas. Quando me prenderam sequer me perguntaram se eu tinha ou não a documentação. A minha maior revolta é que me colocaram na televisão como um bandido, como um assassino. Eu pedi para falar com a imprensa, eles me colocaram numa sala e me impediram até de explicar o que aconteceu no hospital. O que eles queriam era mascarar as péssimas condições de trabalho da saúde pública. Queriam esconder que menina morreu porque não tinha vacina no posto médico. E está tudo documentado.”, disse o médico nigeriano, que informou que vai processar o Estado.

 

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 Antes do massacre, deputado federal Aluísio Mendes chamou povo Gamela

de « pseudoindígenas »

Massacre com repercussão internacional, o ataque ao povo Gamela no Maranhão, no domingo (30), foi antecedido da fala intolerante de um deputado federal a uma rádio.  O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) contou no mesmo dia que o deputado Aluísio Guimarães Mendes Filho (PTN-MA) – que foi guarda-costas de José Sarney quando ele era presidente do Senado – deu entrevista contra os Gamela na sexta-feira. Ele chamou os Gamela de « pseudoindígenas ».

Dezenas de jagunços atacaram os indígenas com facões, paus e armas de fogo no povoado de Bahias, no município de Viana (MA). Uma das vítimas teve as mãos cortadas com facão. Saiba mais sobre o ataque aos Gamela aqui: “Ataque a tiros e facadas fere cerca de uma dezena de indígenas Gamela e deixa três baleados“.
Aluísio Mendes foi guarda-costas do presidente José Sarney e secretário  de Estado de Segurança Pública no Maranhão durante a gestão de Roseana Sarney. Ele começa a entrevista após o apresentador insistir que os Gamela são pessoas “que se passam por índios”. Mendes previu uma tragédia e disse que iria responsabilizar todas as autoridades que se omitiram. Referindo-se, principalmente, à Fundação Nacional do Índio  (Funai), que seria, segundo o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, um órgão “inoperante”.
A entrevista na íntegra, divulgada pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), pode ser ouvida aqui, após o décimo minuto:

https://www.youtube.com/watch?v=-AkvCfPE9H4


O deputado disse que avisou Serraglio – antigo colega da bancada ruralista – que haveria uma tragédia. Durante a entrevista, ele conta que expôs ao ministro uma situação “gravíssima”: a Companhia Energética do Maranhão pretende passar uma linha sobre a área indígena, “com tudo pronto, todas as licenças ambientais concedidas, e esse grupo de pessoas que se dizem proprietárias da área indígena estão evitando e vão prejudicar mais de 600 mil pessoas”.
Aluísio Nunes contou que iria à região no sábado com uma equipe da Polícia Federal. É nesse momento que ele chama os Gamela de “pseudoindígenas”. De Olho nos Ruralistas não identificou o deputado chamando os indígenas de arruaceiros, como foi divulgado – a palavra “arruaça” aparece antes, na fala de um morador da região. Outro fala em “vandalismo”, sem ser contestado pelo parlamentar.
Nunes encerra a entrevista pedindo que o povo não aja com violência, pois o conflito seria resolvido de forma pacífica e ordeira. Mas diz que a população “ordeira e trabalhadora” da região estava sendo “ameaçada” pelos indígenas.
Eleito pela primeira vez em 2014, pelo PSDC, o mineiro Aluísio Mendes declarou possuir R$ 2 milhões em bens. Ele informava ser servidor público federal – era agente da Polícia Federal. Dono de duas casas e três apartamentos, não tinha nenhum bem rural. Foi da base política da presidente Dilma Rousseff e, no ano passado, votou contra o impeachment. Ele apoiou também os governos de Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2014, o UOL informava que Mendes, como secretário de Segurança, “comandou a arapongagem” no Maranhão.
Sarney Filho repudia violência
O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, emitiu uma nota nesta segunda-feira, cobrando informações do Ministério da Justiça sobre o caso e pedindo a punição dos responsáveis: “Toda vida é preciosa e merece o mais absoluto respeito, por isso minha repulsa por qualquer ato de violência”.
 

Aluísio Mendes seguidor da traição

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O ex-secretário de Saúde Ricardo Murad é considerado como a peça fundamental na eleição do ex-secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes para a Câmara Federal. Disto todos sabem. Menos o próprio deputado que teve um ataque de amnésia ou  mal de alzheimer e esqueceu tudo.
Mendes, a criatura, traiu o criador (Murad). Ele simplesmente convenceu a presidente nacional do PTN, deputada federal Renata Abreu a lhe entregar o partido no Maranhão. E não deu outra.
O PTN maranhense era presidido pelo genro de Ricardo Murad, o deputado estadual Souza Neto, que soube da destituição pela imprensa. O ex-secretário de Segurança colocou no lugar seu ex-adjunto, Laércio Costa, que lhe assessora no mandato.
De posse do PTN, Aluísio Mendes tem também o controle do seu PSDC e também do PT do B. Com as três legendas vem tentando negociar o apoio para a reeleição do prefeito Holanda Júnior na capital. Mas, por enquanto, deu com a cara nas portas.
Recentemente marcou audiência com o prefeito. E quando se preparava para ir ao encontro e negociar as três legendas, o prefeito mandou avisar que não poderia recebê-lo sem a presença do todo poderoso secretário de Articulação Política, Márcio Jerry.
Mendes busca, na verdade, uma ponte que possa aproximá-lo do Palácio dos Leões. E quer ir com os três partidos de malas e cuias. Mas tem o veto de Jerry.
Existem comentários de que Mendes estaria tentando se blindar de várias coisas nada republicanas encontradas pelo atual secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, que não alisa a pele de ninguém.

 

 O plano para se infiltrar no governo de Flávio Dino

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Parece que o ex-secretário de Segurança Pública Aluisio Mendes, nunca deixou de agir como agente federal.
Agora como deputado federal, Mendes tenta se infiltrar no Governo Flávio Dino. Para isso, ele busca uma aliança para apoiar a reeleição do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT).
Ciente das intenções do deputado federal, o secretário Márcio Jerry alertou e determinou que Holandinha se afastasse do ex-secretário do Governo Roseana.
Mendes já tinha fechado com Edivaldo que levaria três partidos para apoiar sua reeleição. Tava tudo acertado.
Mas, após o aviso de Jerry, o prefeito se distanciou do deputado federal e disse que ainda não era o momento para os dois se aliarem.
Aluisio foi jogado para escanteio e não ficará no mesmo palanque do governador Flávio Dino e de seu aliado Edivaldo Holanda Jr.

 

Aluísio Mendes trai o próprio mentor 

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O ex-secretário de Segurança Pública do Governo Roseana e deputado federal Aluísio Mendes, não faz mais parte do grupo Sarney.
Mendes trai todo grupo e vai apoiar a reeleição do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT).
O deputado federal vai assumir a Presidência Estadual do PTN no Maranhão, hoje ocupada pelo deputado estadual Sousa Neto.
Aluísio decidiu – dizem que através de um ‘acordão’, que o partido vai fazer aliança com Holandinha em 2016 e se juntar com os partidos como o PCdoB, entre outros.
Cria do ex-senador José Sarney, do qual foi seu segurança particular durante anos, Aluísio Mendes estará no mesmo palanque que o governador Flávio Dino, adversário número 1° do grupo Sarney.
A traição do ex-secretário de Segurança deixou muita gente decepcionada. No mês passado, o Blog do Luis Pablo noticiou que ele havia peitado Sarney nas indicações dos cargos do Governo Federal, já demonstrando sinais de que iria romper com grupo.
Não deu outra.
Em tempo: A atitude de Aluísio faz-me lembrar o que sempre dizia Brizola, numa daquelas suas frases de efeito: «
 a política ama a traição, mas abomina o traidor ». E, como todo sabem, traidor não tem voto.


o trio infernal é na verdade um quarteto capitalista e negreiro





                

Existem muitos outros documentos que demonstram quem realmente é Aluísio Mendes. Ele reúne todas as falhas do trio que formou, que hoje é um quarteto habitado pelas mesmas práticas muito questionáveis ​​e pelos mesmos objetivos que foram explicados neste blog.
Aluísio Mendes assumiu a liderança e a palavra deste quarteto, que é muito preocupante para o futuro das comunidades quilombolas.

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16  artigos que explicam tudo em detalhes
Explicamos em detalhes nos 16 artigos desse blog todas as mentiras e irregularidades cometidas por todos os atores desse esquema. 
 

4-Destruição de um tesouro patrimonial 

5-Acuso Policial « mulher maravilha » continua com suas ações ilegais 

6-Nossa revolta está crescendo 

7-Acuso Klíssia Jessica Fonseca Ferreira 

8-Acuso Ed Wilson Aráujo 

9-Por suas mentiras, Ed Wilson Araújo é premiado

10-Acuso Pablo o ex-funcionario do Iphan

11-a feira dos opportunistas 

12-Mentiras do diabo

13-Jovan Cunha Silva, capitão do mato

14-Washington, Jovan e Aluisio - o trio do inferno

15-Aluísio Guimarães Mendes, o terceiro ladrão

16-Washington Luís de Oliveira-mandatos de prefeito manchados de irregularidades