Em previsão à sua eleição,
Jovan Cunha Silva orquestra essa conspiração criminosa em duas etapas.
Primeira etapa (Resumo artigos 1 a 10)
Após as nossas descobertas e pesquisas arqueológicas e etnográficas sobre a história esquecida ou escondida da escravidão no município de Bacuri, no litoral ocidental do Maranhão, passamos a ser vítimas de uma conspiração terrível e violenta de um grupo de proprietários de terra associada aos funcionários do município de Bacuri, e de um blogueiro que publica nas redes sociais « fake news », contraditórios, difamatórios, xenófobos, acusando-nos de pirataria e roubo de objetos patrimoniais.
Essa conspiração visa eliminar-nos fisicamente e materialmente pelo roubo de todos os nossos bens e resultados de nossas pesquisas, psicologicamente pela destruição de nossa imagem nas redes sociais e nas comunidades quilombolas com as quais trabalhamos em simbiose e colaboração estreito.
O motivo dessa conspiração ?
Se queriam nos eliminar da região organizando esse complô contra nós, sem nenhum meio de defesa local, é porque o nosso projeto de desenvolver as comunidades quilombolas e restaurar a história de seus ancestrais escravos, foi muito problemático pra esse esquema. Um assunto tabu para esses descendentes de traficantes de escravos.
Nossa presença prejudicou perigosamente a perseguição e exploração das comunidades quilombolas da região por este terrível esquema, até hoje. Foi também para fazer nossos Amigos Quilombolas acreditarem que ele vinha ao socorro para defendê-los dos « pesquisadores bandidos. »
As razões desta odiosa conspiração contra nós são explicadas e demonstradas detalhadamente nos dez artigos do nosso blog. Mas a maioria dos quilombolas não tem oportunidade de se manifestar e denunciar os crimes de que são vítimas, por exemplo Edson que foi o testemunha principal e teve de fugir sob ameaças.
Segunda etapa
Jovan Cunha Silva, o instigador deste filme-conspiração.
Com finanças muito ocultas ele se ofereceu esse filme de propaganda, mentiroso e muito amador, para nos eliminar um pouco mais dessa região e esmagar as comunidades mostrando seus músculos de bebedor de cerveja e chefão de gangue.
Ele joga com a ilegalidade constitucional ao afirmar ter obtido a Ancine, enquanto nem o filme «no fundo da terra», nem Yabá filmes, nem Milena Carvalho, estão registrados na Ancine. É um crime gravíssimo que deve desagradar muito a Ancine e o sindicato dos produtores. Que travessuras financeiras a Prefeitura de Bacuri ainda manipulou, enquanto o próprio prefeito, Washington Luís de Oliveira, foi várias vezes condenado por improbidade administrativa? Com que direito Jovan se apresenta nos créditos como Diretor de produção, em ofensa com a rigorosa legislação cinematográfica brasileira?
Jovan é o ruim condutor deste filme-conspiração, que não é um documentário, mas um publi-reportagem para sua futura campanha política. Seu objetivo fica bem claro, desde o primeiro quadro do filme, quando nosso amigo Pedro, pai de Maria de Bitíua, interpreta o ator embriagado, gritando Jovan, Jovan !!!
«Não dá Pedro! Faça isso novamente!» teve que exclamar a «diretora» Milena Carvalho, sob a supervisão estrito de seu agente, Jovan.
Através de suas campanhas difamatórias, suas fake news e agora este filme de propaganda contra nós, o objetivo deste líder de gangue é nos eliminar para pegar total liberdade à organizar seu tráfico, com a cumplicidade de comunidades aterrorizadas por ameaças e assassinatos cada vez mais freqüente. Seu objetivo, com seu mentor Washington Luís de Oliveira, é desenvolver em seu município o «complexo de Bacuri» idêntico ao do «complexo do Alemão» dirigido pelo sinistro comando vermelho.
Na tentativa de nos desacreditar, esse Jovan não hesita em mentir e desviar a cronologia dos acontecimentos. Ele usa como maus atores as únicas pessoas corruptíveis, aquelas que são capazes de trair por dinheiro ou alguns privilégios nas costas da comunidade. Uma família de colonos, que não tem antepassados escravos na região e são beneficiários das travessuras da prefeitura, são os principais acusadores da Magnólia graças às mentiras e falsos testemunhos que serão demonstrados aqui. Essa família corrupta é os «Santos»: Irène, Bijuba, Fátima, Taís, Big Bo, Maria, João, Maria...
Nosso primeiro contato com os quilombolas do município de Bacuri foi em Bitíua, em 2016, onde Maria, Filinha, Pedro e outros membros da comunidade nos convidaram para ajudá-los na limpeza e listar objetos que estavam em casa. Aconselhamos que guardassem esses objetos em local seguro, dentro da comunidade de Bitíua.
O nosso reconhecimento em Mutaca só foi realizado no final dos nossos três anos de pesquisa, no início de 2019. Não estava prevista nenhuma vontade ou pedido de escavação em Mutaca. Nunca planejamos fazer escavações em São Félix. Um tema etnoarqueológico sobre a escravidão e a França equinocial fez parte do nosso projeto «memórias dos naufrágios», que foi submetido a todas as instituições brasileiras. Até hoje curiosamente ainda não responderam... Agora sabemos porquê... Sem o seu consentimento e sem a ajuda de parceiros, o nosso projeto nunca começou. Financiamos com nosso dinheiro pessoal a realização de 3 campanhas de 9 meses de exploração, investigação e pesquisa etnográfica nos estados do Maranhão e do Pará para inventariar os sujeitos e lugares que seriam desenvolvidos em nosso futuro projeto.
Em Portugal, o acolhimento muito simpático e o interesse da comunidade pelo restauração da sua história, decidiram-nos criar ali uma base para o futuro projeto. Foi-nos disponibilizada uma casa para habitarmos e guardarmos todos os objetos que as comunidades nos confiaram para serem restaurados e preservados. Não sabíamos que seria contra nós e as comunidades o início da terrível perseguição que demonstramos neste blog. Foram as famílias da comunidade que nos pediram a comprovação da existência de um sumidouro que assombrava sua memória coletiva. Com a sua estreita colaboração conseguimos esta façanha que nenhum historiador, arqueólogo ou etnólogo tinha conseguido. Tal resultado deveria necessariamente ter sido honrado e respeitado. Mas em um Estado como o Maranhão, governado por décadas por ditadores, bárbaros, mafiosos, traficantes de escravos, e narco-traficantes o desfecho só poderia ser fatal, violento, repressivo, draconiano e anti-comunitário.
Jovan e seus cúmplices são ignorantes. Neste publi-reportagem demonstra pouquíssimo conhecimento da história local: Bitíua, ou São Félix, nunca foram portos de desembarque de escravos. Instrução, cultura e educação nunca foram prioridades das facções criminosas.
Em áudio, Aurino confirma seu interesse pela arqueologia.
Eu cheguei guardar umas 12 objetos, porque outras pessoas iam pegando. Ai o resultado. No tempo que invadiram minha casa estava numa caixa que desapareceu. Mas encontramos vários artefatos, inclusive em forma de machado.
Infelizmente todos os objetos que havíamos guardado em uma casa em Portugal, sob vigilância da comunidade, foram roubados por Jovan e sua máfia com a cumplicidade de sua exterminadora favorito, Hellen Nuce Costa Cerveira Cutrim que se autodenomina com muito sarcasmo « mulher maravilha». (Wonder Woman)
Aurino, já em 2016, nos falava dos gravíssimos riscos do narcotráfico na região.
Mag: o François.
Filhinha: hen hen, que chegaram, que vieram de longe né. Agente aqui nem ligando na verdade pra nossa história, pra nossa riqueza, enquanto tem pessoas lá fora que se interessa, e vem pra cá. Então pra mim foi muito bom mesmo, tô gostando de mais, que pelo menos estou descobrindo.
Mas com a ajuda de vocês, agente vai resgatar um pouco da nossas coisas. Tenho certeza disso, confio. Primeiro lugar agente confia em Deus porque o que eu mais quero é resgatar essas coisas daqui, pra meus netos, para meus filhos, conhecer um pouco da nossa realidade do antepassado do povo né. Porque essa comunidade aqui já sofreu de mais de Negro.
Por isso, estamos ainda mais surpresos e decepcionados com a traição deles em colaborar com essa máfia do narcotráfico e das fake news. Sua mentalidade de «collabo» (Termo que designa os franceses que colaboraram com os nazistas) e escravizada demonstra que esse Quilombo de Bitíua é uma usurpação. Historicamente e constitucionalmente, os mandatos de Quilombo e Quilombola são reservados aos escravos rebeldes que se libertaram de seus senhores. Em Bitíua, permaneceram escravizados e submissos até a partida definitiva dos traficantes de escravos. Então não é estranho que seus descendentes sejam, por sua vez, submetidos a esses traficantes de escravos modernos, como esse Jovan Cunha Silva ou esse Washington Luís de Oliveira que só estão no poder por meio do dinheiro, da corrupção generalizada e das armas do comando vermelho. (facção criminoso originária do Rio), que agora detém todo o poder graças à ajuda desses «capitães do mato» (caçadores de escravos), como Maria e Filinha.
Este João nunca foi o dono destes objetos confiados por Zé. É usurpação de propriedade. Assim como ele era um invasor ilegal dessas terras, antes de ser expulso pela comunidade por vários crimes. Dentro o conteúdo do BO, certamente patrocinada pela máfia da prefeitura para nos perseguir e nos expulsar, ele se confunde muito na descrição dos objetos e demonstra que nem sabia da existência deles. (ver capítulo 04: irregularidades legais e policiais). Certamente também por isso não mostrou esse BO diante da câmera sob o falso pretexto de teve esquecido em sua residência em Bacuri.
Ele não mora em Mutaca, mas sim em Bacuri, e não tem legitimidade para afirmar pertencer ao Quilombo de Mutaca. Mas Mutaca é mesmo um quilombo? Ele foi expulso pela comunidade, liderado pela família de Maria, «atriz» deste filme e esposa de Zé, outra falsa testemunha. Acusaram-lo de extrema violência, de fama de macumbeiro e de destruição do meio ambiente por ter derrubado e vendido as árvores nobres de Mutaca. Apesar do desejo da comunidade de retirá-lo da presidência da associação, ele manteve o cargo contra todas as adversidades, com o apoio da prefeitura de Bacuri. Todos os anos ele vem em segredo para derrubar outras árvores antigas.
João: a história de Bittencourt, pelos menos eu sei contar pouco, porque na minha época ai, é que eu me entendi, que a criança assim não tinha as vezes de os mais antigos tá conversando. E criança não tinha as vezes oportunidade de se aproximar perto pra escutar. Mas contavam histórias doidas dos escravos.
François: você não lembra?
João: Não, não lembro as histórias que papai contava assim não.
Zé: trouxe uma lá da escravidão la.
Risos
Nildo: quebrou minha biana.
Reinaldo: pronto quando eu ir é com tudo.
Zé: Tu falou a verdade.
Zé: Eu acho que até um baú de ouro, que eu quero buscar de noite, quando o François está dormindo, pra mim vender pra ir pra França também !
Irene: só que já saiu o nome, o nome da bomba falava Lisboa.
Bijuba: Mas de boa, ela fez muita coisa boa aqui pra nós, porque pelo menos ela descobriu.
Irene: Mas agente não tinha como saber.
Bijuba: Porque nessa comunidade quantas pessoas mais velhas já morreram aqui, e ninguém sabia disso, ninguém sabia.
Irene: só as falas que eles falava
Bijuba: eles comunicavam
Irene: agora vê, nós passava por cima não sabia o que era e o que não era. E ela descobriu (Magnólia)...
Irène veste a camiseta da Conaq (Coordenação Nacional de Articulação dos Quilombos) que diz muito sobre a ambiguidade dessas ONGs e instituições que se dizem defensoras dos quilombolas e que na verdade os exploram. Os quilombolas do município de Bacuri desconheciam a existência dessa Conaq.
Neste filme podemos distinguir o estado de conservação e insegurança lamentável dos objetos que nos foram roubados e que tínhamos guardados nas condições máximas. Os objetos arqueologicamente mais valiosos são as pedras polidas que Renato nos confiou em 2016 para o nosso projeto futuro. Tínhamos os declarado no «cartório» e apresentado em conferência de imprensa em Bragança, e guardados na casa de Portugal. É revoltante ver que Bijuba está se divertindo com uma dessas pedras na mão, desrespeitando a arqueologia e ignorando que ela não conta nada da história local e não diz respeito à escravidão. A barbárie dessa máfia não tem limite.
Porque além de terem roubado esses objetos da comunidade, eles também querem nos roubar o conhecimento... que eles são incapazes de dominar. Ao contrário do que Irene afirma, o objeto que ela mostra não é uma bomba e não está assinado Lisboa. Temos toda a história, origem e utilização deste objeto que iremos divulgar no nosso livro e no nosso documentário.
Este objeto nunca foi localizado pelo detetor que sempre e exclusivamente foi utilizado para localizar objetos escondidos na vegetação. Não cavar. As pessoas da comunidade descobriram enquanto cavavam. Irène sabe muito bem disso porque participou, como mostra o vídeo a seguir.
Menina: aquela sua porcelana azul ? Tá tudo lá no quintal jogado, quebrado !
Irene: Uma tigela de pezinho que era de papai, não sei onde as minhas pequenas botaram a tigela. Daquela antiga !
Mulher: faltou mais enxada!
Mãe: é um pau que tem aqui grande
Todos: kkkkkkk
Mãe: Agora, a onde tinha a âncora maior, foi a que o pessoal deram fim là em Portugal, né crianças?
Mas foi sem contar com os objetivos não confessados e não confessando desta máfia da prefeitura que quer reforçar a escravidão em sua comuna para melhor organizar seus tráficos de todos os tipos. O «tronco» ou o «pelourinho» já não existem mas são substituídos pelos pistoleiros que são mandados para eliminar qualquer rebelde ou competidor. Esses pistoleiros costumam ser policiais como essa temível e temida «mulher maravilha» cujo único «trunfo» é não ter afeto e matar friamente os alvos pelos quais foi paga. Mas esses pistoleiros também podem ser pessoas ingênuas ou corruptas que aceitam sem escrúpulos dar falsos testemunhos.
Mag: que especa de tiros, de som, de explosão? Você pode fazer?
Bijuba: assim, pá, pou, pá, pou !
Mag: Dois sons de explosões?
Bijuba: Quando eles chegaram aqui, a minha bisavó que foi a mais velha moradora daqui, ela não encontrou a escravatura aqui não, eu acho que não ! Isso já tinha passado !
Mag: Mas como você diz que é descendente dos escravos ?
Bijuba: sabe porquê ? Porque esse povo vem de lá, pra cá !
Mag: os seus bisavós vieram pra cá depois que o Bittencourt saiu ? Que saiu o Carvalho daqui ? Os Carvalhos?
Bijuba: Foi. É isso ai !
Mag: Seu bisavó herdou a terra ou?
Bijuba: Não, eles compraram !
E nós estamos prontos pra dá mais entrevistas com vocês ai. vão trabalhando ai, vão descobrindo mais coisas que nós vamos dá mais entrevista. Deixa descobrir mais bagulho pra lá.
Para alguém que vinha nos ver todos os dias para participar das pesquisas e saber das últimas descobertas, que se empenha em colaborar no projeto, mudou de idéia muito rápido assim que fomos expulsos da região por essa máfia com quem ele se casou , certamente em troca de promessas de privilégios, em detrimento do resto da comunidade.
Assim como Bijuba e Irène, ela não mora em São Félix e, portanto, não tem legitimidade para representar e falar do «quilombo de São Félix».
Que «coisas» Magnólia não deveria fazer? Por que a diretora Milena Carvalho não pediu mais detalhes sobre essa acusação? Sem dúvida para permanecer fiel à versão de Jovan e este descendente de um traficante de escravos imposto neste filme às suas «falsas testemunhas» para nos expulsar e nos desacreditar. Fátima esquece de dizer que Magnólia fez de tudo para ajudá-la quando ela estava muito doente e abandonada, sozinha em casa e sem ajuda.
De 2016 a 2019, Magnólia, na ausência de François, permaneceu muitas vezes sozinha na comunidade, para a conhecer melhor e lançar as bases para nosso futuro projeto de investigação e desenvolvimento, «memórias de naufrágios». As crianças adoravam ficar ou passear com ela. Quando estava acompanhada destas crianças, o François estava em França e a Magnólia por isso não tinha o detector de metais.
Essa fábula contada por Taís é uma mentira ignóbil e ridícula que prova seu interesse pelo dinheiro. Podemos deduzir que foi ela quem roubou esse baú de ouro, se é que ele realmente existiu?
Para onde Magnólia não teria retornado? Na casa de sua mãe, onde ela a conheceu? Na escola, onde ela lhe dera muitos conselhos? Sua mentira foi imposta por Jovan, seu tio Aldeir, ou sua mãe Irene que fazem parte dessa máfia política da prefeitura de Bacuri? É por simples ciúme porque os alunos adoravam a presença de Magnólia?
Como o resto de sua família, ela mora em Portugal e afirma ilegitimamente ser membro do «falso quilombo» de São Félix.
Resta-nos esperar que os policiais federais maranhenses obedeçam às instruções de investigação ordenadas pelo Ministério da Justiça, após nossas 8 denúncias arquivadas e validadas a partir de 2019, logo após esta monstruosa conspiração contra nós.
Um detector de mentiras poderia, sem dúvida, enfrentar essas falsas testemunhas e fazê-las confessar seus crimes, não só contra nós, mas também contra as comunidades quilombolas.
1-vítimas de uma conspiração
2-Resposta a « nova pirataria francesa em comunidades quilombolas »
3-Irregularidades jurídicas e policiais




















