Milena Carvalho diretora de « fake news » e
« artista » muito suspeito.
Milena Carvalho nas profundezas da corrupção
Essa máfia ligada a facções criminosas, ao tráfico de drogas, à exploração dos quilombolas e à escravidão moderna continua perseguindo-nos e as comunidades quilombolas.
Depois de ter tentado nos assassinar, ameaçar as comunidades quilombolas que colaboraram em nossa pesquisa, roubar e quebrar parcialmente os objetos que nos foram confiados pelos quilombolas para salvá-los e evitar seu saque, para nos impedir por todos os meios de retornar na esta região para continuar nosso projeto de pesquisa e desenvolvimento com as comunidades quilombolas, eles agora expõem seus planos claramente: nos excluir definitivamente, não apenas localmente, continuar seu tráfico com total impunidade, se enriquecer roubando os resultados de nossas pesquisas, destruir nossa imagem por meio de uma campanha de desinformação dirigida as comunidades, instituições, autoridades e ao público nacional como internacional.
Milena Carvalho é o exemplo das manipulações de que essa máfia é capaz.
Agora eles estão usando a « arma » do cinema para continuar espalhando suas « fake news » e encobrindo seus crimes.
Mas eles esqueceram um detalhe fundamental, mesmo quando procuram encobrir seus crimes por meio de mentiras e terrorismo: toda a nossa pesquisa ao longo de três anos foi meticulosamente filmada e documentada. Em breve serão publicados um livro e um documentário que explicarão em detalhes as realidades e os atores deste caso.
Depois de ter tentado nos assassinar, ameaçar as comunidades quilombolas que colaboraram em nossa pesquisa, roubar e quebrar parcialmente os objetos que nos foram confiados pelos quilombolas para salvá-los e evitar seu saque, para nos impedir por todos os meios de retornar na esta região para continuar nosso projeto de pesquisa e desenvolvimento com as comunidades quilombolas, eles agora expõem seus planos claramente: nos excluir definitivamente, não apenas localmente, continuar seu tráfico com total impunidade, se enriquecer roubando os resultados de nossas pesquisas, destruir nossa imagem por meio de uma campanha de desinformação dirigida as comunidades, instituições, autoridades e ao público nacional como internacional.
Milena Carvalho é o exemplo das manipulações de que essa máfia é capaz.
Agora eles estão usando a « arma » do cinema para continuar espalhando suas « fake news » e encobrindo seus crimes.
Mas eles esqueceram um detalhe fundamental, mesmo quando procuram encobrir seus crimes por meio de mentiras e terrorismo: toda a nossa pesquisa ao longo de três anos foi meticulosamente filmada e documentada. Em breve serão publicados um livro e um documentário que explicarão em detalhes as realidades e os atores deste caso.
Milena Carvalho, descendente de traficantes de escravos e « amiga » do comando vermelho.
Sua
família Carvalho residente em Cururupu é herdeira do temível Antônio
Bittencourt, o mais cruel e poderoso traficante de escravos desta região
do litoral ocidental maranhense.
Apesar
da abolição da escravatura em 1888, nunca deixou de perpetrar a sua
« exploração do homem pelo homem », mas desta vez de forma mais moderna e
tortuosa. A legítima preocupação de proteger as populações oprimidas é
sequestrada por esta máfia para enriquecer à custa daqueles que diz
defender. Graças a seus agentes infiltrados em todas as instituições
regionais e federais, cria falsos quilombos por meio de associações não
quilombolas que dirige e controla. Este é o método deles de desviar
doações, recuperar terras que foram « expropriadas » deles, e organizar
seu tráfico sem qualquer controle e com total impunidade.
Então essa máfia precisa de pistoleiros. Não apenas assassinos que matam rebeldes como seus ancestrais faziam. A partir de agora, são também polícias, advogados, jornalistas e artistas oportunistas que se colocam ao seu serviço. Muitos deles foram denunciados em nossos artigos anteriores.
Neste capítulo, Milena Carvalho, é o exemplo perfeito.
Ela é muito ligada à facção criminosa do comando vermelho, tendo trabalhado no « complexo do Alemão », no Rio de Janeiro, como ela mesma escreve em seu currículo. Como uma mulher de Cururupu (Maranhão) poderia colaborar com essa poderosa rede de traficantes do comando vermelho? Graças a uma apresentação dessa máfia maranhense ?
Ela afirma ter ensinado cinema para a ONG Grupo Pensar Cultural, dentro do « complexo do Alemão » que, como todos sabem, é totalmente controlado pelo comando vermelho. Essa facção criminosa muito presente no Maranhão também é sua patrocinadora?
É assim que esse comando vermelho vê a educação dos jovens… Eles mesmos gravaram esse vídeo para dizer que incentivam os jovens a não fumar maconha na escola… Enquanto são eles que vendem… Eles afirmam que não é mais os policiais que fazem a lei, mas eles mesmos, e pedem aos jovens que entreguem 15 000 deles para colocá-los na rua... e vender suas drogas…
Então essa máfia precisa de pistoleiros. Não apenas assassinos que matam rebeldes como seus ancestrais faziam. A partir de agora, são também polícias, advogados, jornalistas e artistas oportunistas que se colocam ao seu serviço. Muitos deles foram denunciados em nossos artigos anteriores.
Neste capítulo, Milena Carvalho, é o exemplo perfeito.
Ela é muito ligada à facção criminosa do comando vermelho, tendo trabalhado no « complexo do Alemão », no Rio de Janeiro, como ela mesma escreve em seu currículo. Como uma mulher de Cururupu (Maranhão) poderia colaborar com essa poderosa rede de traficantes do comando vermelho? Graças a uma apresentação dessa máfia maranhense ?
Ela afirma ter ensinado cinema para a ONG Grupo Pensar Cultural, dentro do « complexo do Alemão » que, como todos sabem, é totalmente controlado pelo comando vermelho. Essa facção criminosa muito presente no Maranhão também é sua patrocinadora?
É assim que esse comando vermelho vê a educação dos jovens… Eles mesmos gravaram esse vídeo para dizer que incentivam os jovens a não fumar maconha na escola… Enquanto são eles que vendem… Eles afirmam que não é mais os policiais que fazem a lei, mas eles mesmos, e pedem aos jovens que entreguem 15 000 deles para colocá-los na rua... e vender suas drogas…
Texto da video:
Chefes do comando vermelho:
Nós estamos dando uma alerta pra vocês. A diretora que está conosco
entendeu? diretora, guardinha. Vamos pisar vocês, na segunda se a gente
pegar vocês fumando vamos quebrar vocês tudo no pau. Entendeu? Nós
estamos avisando você nozado. Se tiver irmão envolvido no meio, vai
haver disciplina grande também. Entendeu? Porque hoje em dia a polícia
hoje não resolve mais nada. Quem resolve é o comando. Vocês estão
ouvindo?
Entendeu? Nós somos do CVMT, tá ligado? (comando vermelho). Falamos pra vocês não fumarem. Vocês tem fumado maconha aqui? Fala porra!
Alunos: Não, ninguém tem fumado bagulho aqui não, já foi dito a voz ai!
Chefes do comando vermelho: Mas vocês já sabe, o saldo alto das outras comunidades e alta ladronzada, pegar vocês na rua fumando bagulho os caras vai quebrar vocês no pau, se eu passar de carro vou parar o carro e dá tiro só de pistola.
Estuda filha de presos ai. Filhos de preso, criança especial, o guardinha falava parar de fumar maconha, vocês falar que tem biqueira cadastrada, que porra é essa? Quem tem biqueira cadastrada ai? Eu vou chamar o guardinha ali, ele vai provar, não adianta ir lá ameaçar o guardinha depois, nós vai voltar aqui e não vai ser outro jeito não. Vocês vão me dar quinze mil irmãos na rua...
Entendeu? Nós somos do CVMT, tá ligado? (comando vermelho). Falamos pra vocês não fumarem. Vocês tem fumado maconha aqui? Fala porra!
Alunos: Não, ninguém tem fumado bagulho aqui não, já foi dito a voz ai!
Chefes do comando vermelho: Mas vocês já sabe, o saldo alto das outras comunidades e alta ladronzada, pegar vocês na rua fumando bagulho os caras vai quebrar vocês no pau, se eu passar de carro vou parar o carro e dá tiro só de pistola.
Estuda filha de presos ai. Filhos de preso, criança especial, o guardinha falava parar de fumar maconha, vocês falar que tem biqueira cadastrada, que porra é essa? Quem tem biqueira cadastrada ai? Eu vou chamar o guardinha ali, ele vai provar, não adianta ir lá ameaçar o guardinha depois, nós vai voltar aqui e não vai ser outro jeito não. Vocês vão me dar quinze mil irmãos na rua...
No fundo da terra, um docu-ficção com financiamento muito suspeito.
Filme financiado pela Prefeitura de Bacuri, com prévia apresentada durante o 3º Festival Quilombola organizado pela Prefeitura de Bacuri. Nenhuma comunidade quilombola foi informada da filmagem ou desta exibição, sem dúvida reservada para um círculo muito íntimo…
Desta vez é uma mulher muito oportunista e corrupta, Milena Carvalho, que se diz escritora, cineasta, arquiteta ao mesmo tempo, que vem sendo paga pela prefeitura de Bacuri, com dinheiro público, para roubar nossas pesquisas e tentar destruir a nossa imagem. Quanto ela recebeu e em troca do que ?
Estranho que a prefeitura de Bacuri, que sempre nos recusou sua ajuda, apesar de nossos muitos pedidos, de repente se interessar pela memória dos quilombolas que nunca antes respeitaram... Financiando este filme « no fundo da terra », esta prefeitura imagina dar credibilidade às mesmas fake news e elucubrações do pistoleiro da mídia, Ed Wilson Araújo.
Estranho que a prefeitura de Bacuri, que sempre nos recusou sua ajuda, apesar de nossos muitos pedidos, de repente se interessar pela memória dos quilombolas que nunca antes respeitaram... Financiando este filme « no fundo da terra », esta prefeitura imagina dar credibilidade às mesmas fake news e elucubrações do pistoleiro da mídia, Ed Wilson Araújo.
Uma sinopse baseada em fake news
Quando a sinopse é baseada exclusivamente nessa fake news, a corrupção e os objetivos ficam evidentes. Milena Cavalho nem sabe se é ficção ou documentário. Ela sabe que um documentário respeitável exige uma investigação séria com todos os atores desse caso, e não ser porta-voz de um patrocinador muito duvidoso e muito contestado.
Programação do festival Guarnicê, promovido pela UFMA (Universidade Federal do Maranhão), domínio do blogueiro Ed Wilson Araújo. A sinopse deles é estranhamente focada em suas notícias falsas e difamação, sem referência ao nosso blog de « direito de resposta ». Estranha concepção do papel do documentarista que exige objetividade e honestidade profissionais.
Um abismo de corrupção
Milena Carvalho, orientada por Jovan Cunha Silva (veja abaixo), vice-prefeito de Bacuri, seguiu nossos traços para roubar os resultados de nossas pesquisas, mas também para corromper amizades que julgávamos sinceras.
Zey e Maria de Mutaca, deliberadamente trouxeram-nos alguns objectos para serem restaurados e protegidos na casa comunitária de Portugal. Eles nos receberam em sua casa e compartilhamos longos momentos de amizade. Queixaram-se à frente das nossas câmaras de um certo João dos Santos Oliveira, reputado « macumbeiro ». Ele seria violento, agressivo e teria derrubado todas as árvores nobres da região para se enriquecer, apesar da revolta da comunidade que acabou expulsando-o da região. Maria queria tirá-lo da presidência da associação, mas desistiu sob ameaças porque ele goza de « alta proteção » da prefeitura de Bacuri.
Então, por que eles se encontram juntos na mesma foto? Eles venderam sua alma? Eles foram ameaçados? Outros « amigos » certamente também se deixaram corromper ou se tornaram cúmplices, por medo de ameaças reais.
Então, por que eles se encontram juntos na mesma foto? Eles venderam sua alma? Eles foram ameaçados? Outros « amigos » certamente também se deixaram corromper ou se tornaram cúmplices, por medo de ameaças reais.
Nesta foto de filmagem, João dos Santos Oliveira ao lado de seus inimigos, Zey e Maria. João é quem alegou que teve objetos roubados dele. Seu falso testemunho, orquestrado por essa máfia, desencadeou uma operação ilegal e violenta das forças policiais.
Violação de objetos patrimoniais
Não contentes em ter roubado e quebrado os objetos que nos foram confiados pelas comunidades quilombolas, agora os guardam dispersos e desprotegidos com quilombolas cúmplices dessa máfia, que não são seus herdeiros. Concepção engraçada de preservação do patrimônio. Não brincamos com objetos de valor histórico ou arqueológico. Este é o princípio básico de toda preservação do patrimônio.
Estes objectos que mantivemos, com todo o cuidado, limpos, restaurados e guardados em segurança numa casa comunitária em Portugal, encontram-se agora à mercê de qualquer ferro velho, sucateiro ou coleccionador desonesto.
Um filmagem « fake news » orquestrado por Jovan, o vice-prefeito de Bacuri
Ao lado de Milena Carvalho, Jovan Cunha Silva dirigiu as filmagens para obter a garantia de seu investimento destinado a nos eliminar da região e preparar sua eleição como prefeito.
Jovan Cunha Silva é, como veremos, uma personagem muito suspeita. Ele assumiu, à força, o município de Bacuri, e usa os mesmos métodos de falsa comunicação e populismo de seu mentor e protetor, Washington Luís de Oliveira.
Jovan Cunha Silva é, como veremos, uma personagem muito suspeita. Ele assumiu, à força, o município de Bacuri, e usa os mesmos métodos de falsa comunicação e populismo de seu mentor e protetor, Washington Luís de Oliveira.
16 artigos que explicam tudo em detalhes
Explicamos
em detalhes nos 16 artigos desse blog todas as mentiras e
irregularidades cometidas por todos os atores desse esquema.
1-vítimas de uma conspiração
2-Resposta a « nova pirataria francesa em comunidades quilombolas »
3-Irregularidades jurídicas e policiais
1-vítimas de uma conspiração
2-Resposta a « nova pirataria francesa em comunidades quilombolas »
3-Irregularidades jurídicas e policiais







