9-Por suas mentiras, Ed Wilson Araújo é premiado


Ed Wilson Araújo, o especialista em « fake news », posa ao lado do procurador-geral da Justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, para receber seu prêmio após as inúmeras notícias falsas que ele voluntariamente e conscientemente publicou nas mídias e redes sociais.
Um promotor e um blogueiro leais a Flávio Dino 
Esse procurador-geral de justiça havia sido nomeado pelo governador Flavio Dino. Ed Wilson Araújo tem a fama de ser o blogueiro mais fiel a Flavio Dino ... que não pode ignorar esses desvios atribuídos aos quilombolas.

Ed Wilson Araújo, criador de « fake news », « pistoleiro midiático » do Washington Luís de Oliveira, prefeito de Bacuri, e Flávio Dino, ex-governador, ex-ministro da Justiça e atual ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Foi também « diretor » da campanha eleitoral de Flávio Dino.
 
 O Ministério Público estadual ligada na política?
O Ministério Público do Maranhão foi informado do nosso blog. É surpreendente que ele não tenha sido protocolado e considerado como documento jurídico legal, como fez o Ministério Público com o blog do Ed Wilson Araújo ?
Ele nunca respondeu aos documentos oficiais enviados a ele pelas autoridades brasileiras em Brasília e São Paulo.
O procurador-geral da Justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, reuniu-se com o vereador Osmar Filho, presidente da Câmara Municipal de São Luís, do mesmo partido (PDT) que o prefeito de Bacuri que organizou essa conspiração contra nós.
Eles se reúnem para « ratificar o compromisso de firmar futuras parcerias institucionais, mantendo sempre a independência entre os poderes e as instituições públicas. » Difícil de ser mais contraditório.

Um procurador-geral no banco dos réus.
A transparência não parece ser a melhor qualidade desse procurador-geral da Justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, acusado de nepotismo, falsificação ideológica, tentativa de escamotear a verdade dos fatos…

  pdf Chefe da PGJ-MA é alvo de representação no CNMP por nepotismo

Ele é até denunciado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que o acusa de « violar os princípios da imparcialidade do judiciário. »
Em 18 de maio de 2020, Luiz Gonzaga Martins Coelho foi substituído por Eduardo Jorge Hiluy Nicolau.
O nosso direito de resposta
Como sempre, em nosso blog, respondemos a cada uma dessas falácias, e às acusações feitas nesse novo artigo : Ed Wilson Araújo vence Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Maranhão. 

Escavações a pedido da comunidade
A comunidade de Portugal nos pediu para organizar essas escavações, após a nossa descoberta em 2016 dos vestígios de um sumidouro em São Felix (o que eles próprios não sabiam). Eles queriam obter evidências da existência de escravidão nessa região. A pedido deles, participamos e colocamos nossas habilidades nesse trabalho de escavações etno-arqueológicas preventivas.

ler: 4-Destruição de um tesouro patrimonial 

Nossa experiência
Temos dez anos de experiência em escavações arqueológicas oficiais na França e 50 anos de pesquisa em etnologia e etnociência. Possuímos uma empresa brasileira que nos autoriza a filmar e realizar pesquisas etnográficas, arqueológicas e jornalísticas em todo o Brasil, exceto em áreas protegidas que exigem autorizações especiais. Este não é o caso em São Félix, onde realizamos pesquisa etnoarqueológica justificada pela necessidade de preservar a memória coletiva contemporânea das comunidades quilombolas. 

Ler: 6-Nossa revolta está crescendo

Negociações em andamento
Por meio da nossa colaboradora da Fundação Palmares, Valdirene Chagas, estávamos em negociações com a Presidência da Fundação Palmares, o Iphan e até a Ufma para assinar uma parceria para continuar essa pesquisa. Essa parceria teve que ser assinada o mais tarde após o carnaval de 2019, mas não foi concluída por causa dessa conspiração contra nós.

Ler: 10-Acuso Pablo o ex-funcionario do Iphan

No caso dessas escavações, como alguns dias antes nas comunidades de « soledade » e « deus que sabe », com seus diretorias e presidentes, éramos apenas especialistas e escavadeiras voluntárias como os outros membros da comunidade. Também financiamos todos os custos por solidariedade.

Esse blogueiro não respeita as regras de seu empregador
Por falar em autorização, Ed Wilson Araújo se refere muito à Ufma. Mas os membros da Ufma nessa reunião com Valdirene ficaram furiosos contra esse professor quem não ter pedido autorização à reitoria para liderar essa campanha de « fake news » ... Ele é pago por essa universidade e deve prestar contas a ele. O que ele não fez, preocupado demais com o desejo de executar esse mandado de conspiração, sem dúvida financiado.

Uma série de piadas de mau gosto
Quanto ao transporte ilegal e roubo de objetos arqueológicos, é uma piada de mau gosto. Esses objetos foram transportados e armazenados na casa em Portugal por membros da comunidade que os possuem, a maioria dos quais não provém do sumidouro, mas da coleção pessoal dos Quilombolas.
A comunidade colocou essa casa à nossa disposição para guardar ali, protegida do tempo e do roubo, todos esses objetos que contam sua história.
Como nós, eles não sabiam  que os ladrões e os destruidores seriam os membros desse esquema, reforçada pela polícia e justiça locais.

Resistência da comunidade contra essa invasão de domicílio
Como evidenciado pelos muitos testemunhos e vídeos em nosso blog, a comunidade se opôs fortemente à intervenção brutal e sem mandado da polícia, armada até os dentes e com a ordem de matar quem resistisse. Todos os objetos roubados por esse esquema, propriedade exclusiva da comunidade de Portugal e da União, foram transportados por um caminhão de lixo e jogados publicamente na praça de Bacuri. Muitos foram quebrados.
É um ato bárbaro, um crime contra o patrimônio arqueológico brasileiro.

Ladrões e destruidores imprevisíveis
A comunidade também não sabia que essa casa, disponibilizada para armazenar objetos sob sua responsabilidade, seria destruída e saqueada por esse mesmo esquema. Tínhamos refeito tudo às nossas custas: eletricidade; banheiros, água, parede e grades de proteção. Tudo se foi. A « mulher maravilha » forçou a porta dessa casa sem motivo, roubou nosso computador e possivelmente outros objetos, tentou requisitar nosso carro. Ela usa à vontade, como visto nas fotos do blog, um veículo da polícia militar, que é estritamente proibido por lei, pois ela é da polícia civil. Mas é uma região de ilegalidade.

Violência e abuso de poder
Essa « mulher maravilha » não cumpriu a ordem judicial para verificar a existência dos itens reivindicados por um suposto proprietário em Mutaca. Este blog explica como esse suposto proprietário é um mentiroso e que sua denúncia fabricada, ditada por esse grupo, jamais deveria ter sido validada pelo Ministério Público, que demonstrou considerável incompetência ou cumplicidade neste caso.
Essa « mulher maravilha » abordou recentemente nossa colega Valdirene Chagas de forma ameaçadora. Poucos dias depois, Valdirene foi vítima de uma tentativa de homicídio em frente à sua casa.

Mentiras cada vez mais ridículas
Ao contrário desse blogueiro que conscientemente continua contando « fake news », nunca pretendemos levar objetos de Bitíua, mas, pelo contrário, os aconselhamos a construir um quarto em Bitíua para armazená-los com segurança, por que muitos objetos foram roubados, inclusive pelos prefeitos de Bacuri. Toda a comunidade pode testemunhar, começando com Filinia, a presidente da Associação, e sua mãe Maria, quem ajudamos nessas escavações preventivas.

Investigador patético
Essa casa em Portugal e o seu papel eram conhecidos por todos. Localizá-lo não é uma conquista nem o resultado de uma investigação. Quanto à nossa suposta fuga, esse blogueiro quer fazer de conta que teríamos ficado sabendo dessa trama contra nós e que teríamos fugido na frente da câmera dele ???

Absurdo sem limites
Meu retorno à França havia sido planejado com vários meses de antecedência, com retorno obrigatório em até três meses. Quanto a Magnólia, ela veio se despedir de mim no aeroporto e, ao mesmo tempo, participou com Valdirene Chagas de uma reunião com o Iphan, a Fundação Palmares e a Ufma em São Luís.
Dona Domingas, dona da pousada em Bacuri, insistiu que deixássemos nosso carro estacionado em seu terreno e pegássemos o ônibus para evitar que Magnólia dirigisse sozinha na volta. Ela teria ouvido falar da tentativa de ataque contra nós na estrada para São Luís? Membros da comunidade quilombola confirmaram mais tarde que essa máfia estava nos esperando na estrada... Para destruir todas as nossas provas, fotos e vídeos, roubar nosso equipamento ou até mesmo nos assassinar?
Essas são as pessoas para quem esse blogueiro trabalha.

Roubar objetos que eles ignoram a origem
Nenhum certificado de apreensão de material foi emitido para todos os objetos. Os documentos estão disponíveis em nosso blog.
Esse blogueiro afirma que os objetos foram armazenados em um local da prefeitura. Com que direito eles roubaram esses objetos arqueológicos pertencentes à comunidade de Portugal e da União? Como eles podem devolvê-los a seus locais de origem, quando eles ignoram seu local de origem, que são múltiplos?

Destruição de dados científicos.
O que eles farão com todos os dados que coletamos e armazenamos na expectativa de posterior análise por um laboratório universitário brasileiro? Esses bárbaros certamente os jogaram fora em algum lugar, ignorando seu valor científico.

Por que esse prêmio?
Então, porque conceder esse prêmio do Ministério Público do Maranhão a um especialista em « fake news » cúmplice na destruição de um patrimônio arqueológico inédito sobre a escravidão ? Esse órgão de justiça deveria ser imparcial e profissional ?
Porque quem está na origem de todos esses atos bárbaros que destruíram todo o patrimônio e a história dessa comunidade de Portugal, é o prefeito de Bacuri que manda a fazer o trabalho sujo por intermediários como esse blogueiro, a polícia e justiça locais?

O futuro fornecerá todas as respostas
Mas temos certeza de que o futuro fornecerá todas as respostas para erradicar esse esquema que explora os quilombolas e os leva a viver um regime de terror semelhante aos piores períodos da escravidão. Na realidade, a escravidão nessa região nunca parou. É por esse motivo que os quilombolas nos pediram para tentar restaurar sua história e enfrentar melhor o futuro.

Permaneceremos leais à comunidade
Esse esquema fez de tudo para nos excluir da região porque nossa intimidade com as comunidades representava um perigo para o maquiavelismo deles. Essas comunidades confiaram em nós, nos ofereceram sua amizade. Nós permaneceremos leais a eles.
Atualmente, estamos ameaçados de morte nessa região por esse esquema, mas voltaremos a retomar com essas comunidades o trabalho que foi destruído por aqueles que não têm interesse em restaurar essa história, nem valorizar os quilombolas, a fim de melhor explorá-los.
16  artigos que explicam tudo em detalhes
Explicamos em detalhes nos 16 artigos desse blog todas as mentiras e irregularidades cometidas por todos os atores desse esquema.
 

1-vítimas de uma conspiração
2-Resposta a « nova pirataria francesa em comunidades quilombolas »
3-Irregularidades jurídicas e policiais