13-Jovan Cunha Silva, capitão do mato

 Jovan Cunha Silva, capitão do mato

 Quando Jovan Cunha Silva finge compartilhar das preocupações dos Quilombolas, é uma manipulação para conquistar eleitores. Criado pela família Carvalhal, descendentes diretos do sinistro traficante de escravos Bittencourt, sempre viveu com conforto e sentimento de superioridade em relação aos Quilombolas. Ele é um racista como todos aqueles traficantes de escravos eram, não apenas os brancos.
Jovan é um verdadeiro capitão do mato moderno, treinado por esses descendentes de Bittencourt, para controlar os Quilombolas rebeldes. Nada mudou em Bacuri desde o sinistro período dessa escravidão clandestina, que perdura até hoje e da qual a Prefeitura de Bacuri é vitrine.

A escravidão não foi abolida 

 

Não é por acaso que o descendente de um dos maiores traficantes de escravos da região é chefe de gabinete da Prefeitura e cofundador desta coligação « nação vencedora »? Recentemente, ele encontrou seu parente Carvalhal, que planejam recuperar as terras de seus ancestrais na região.
Washington Luís de Oliveira, durante os mandatos de prefeito, nunca procurou potencializar e desenvolver Bacuri,  prova disso: permanece a população em estado catastrófico de isolamento físico e intelectual, inclusive sem meios para circular e digno acesso a Internete. Os Bacurienses nunca terão oportunidade a qualidade de vida e ficarão à mercê de vagas promessas nunca cumpridas e logrados.
Por que Washington Luís de Oliveira se for eleito novamente publica um programa insípido, sem explicar o método sempre prometendo o que não cumpre. Por que ele não
exibe apenas  suas realizações concretas durante seus mandatos? Porque são inexistentes e vergonhosas?
Os bacurienses infelizmente nunca saíram da escravidão. Ficam dependentes de novos « Senhores », que usam o sistema do capitão da mata para cumprir suas ordens, em troca de interesses muito pessoais, às vezes uma casa, um carro, uma moto, um barco, ou mesmo uma simple « cesta básica » ou alguns reais.
Muitas vezes tivemos que vir em socorro dos quilombolas para levá-los em nosso carro até Bacuri ou hospital, porque a prefeitura não lhes fornece o meio de transporte de que precisam para saírem do isolamento total.
Se queriam nos eliminar da região organizando esse complô contra nós, sem nenhum meio de defesa local, é porque o nosso projeto de desenvolver as comunidades quilombolas e restaurar a história de seus ancestrais escravos, foi muito problemático pra esse esquema. Um assunto tabu para esses descendentes de traficantes de escravos.
As razões desta odiosa conspiração contra nós são explicadas e demonstradas detalhadamente nos 16 artigos do nosso blog. Mas a maioria dos quilombolas não tem oportunidade de se manifestar e denunciar os crimes de que são vítimas, por exemplo Edson que foi o testemunha principal e teve de fugir sob ameaças.
 
 Maranhão, símbolo da escravidão 
Para os maranhenses, a escravidão intensa e violenta se intensificou com a criação, em 1755, da Companhia de Comércio Grão Pará e Maranhão.
De 1757 a 1777, chegaram 12.587 escravos africanos. De 1812 a 1820, chegaram 36.356 escravos. Em 1779, entre os 78.860 habitantes do Maranhão, 40,28% eram negros e 23,53% eram mestiços. No início do século XIX, eles eram a maioria, e hoje 92% dos maranhenses são negros ou mestiços.
É o único estado que manteve a escravidão indígena até o século XVIII.
 
Com a proibição do tráfico de escravos em 1850, o número de escravos « importados » diminuiu oficialmente, mas, na realidade, nunca cessou. Isso ocorreu principalmente nas duas regiões da Baixada Maranhense e do Litoral Ocidental Maranhense, ao norte de São Luís, que eram descontroladas e incontroláveis. Oculto e operando em completo segredo, um centro de importação e exportação de escravos se desenvolveu após a abolição em 1888 para abastecer os estados vizinhos.
Esse sistema de escravidão entrou inexoravelmente nos genes daqueles que detêm o poder até os dias de hoje.
Esta região ainda está sob a influência de descendentes de traficantes de escravos como os Carvalhal, Bitencourt etc., graças à sua cumplicidade com políticos onipotentes, empresários ou grandes fazendeiros.
 
 A família Sarney descende diretamente de traficantes de escravos. 
Texto do artigo
O ex-presidente José Sarney (MDB) tem como quinto avô Manoel de Souza Martins, o primeiro barão e visconde da Parnaíba, nascido em 1767 e falecido em 1856. Considerado um herói por consolidar a independência do Piauí, com um monumento em sua homenagem em Oeiras, ele teria utilizado mão de obra de pessoas escravizadas em suas fazendas.
 José Sarney, ex-presidente e governador, auxiliado por sua numerosa família, continua reinando como "Rei", neste estado negligenciado por décadas. Ele mesmo e sua esposa são descendentes diretas de traficantes de escravos. O atual governador, Flavio Dino, também é amigo íntimo da família por parte de pai, que era próximo de Sarney. Nosso objetivo aqui não é divulgar todos os segredos que os maranhenses guardam em segredo. Outros já o fizeram por nós.
Mas o resultado é que o estado do Maranhão, e em particular as duas regiões mencionadas, tem sido deliberadamente mantido em um estado de subdesenvolvimento que fomenta a perpetuação de uma escravidão « escrava » entrelaçada com uma escravidão « livre » mais confusa e insidiosa, mas com a mesma tradição de exportar uma lucrativa força de trabalho forçada. É sabido que a maioria dos pistoleiros que semeiam o terror nos estados amazônicos vem do Maranhão. Eles vêm dessa classe social explorada, desprezada e esquecida.
O poder é exercido através de ameaças, por vezes de armas, mas sobretudo através da corrupção. Todas as instituições destinadas a proteger os quilombolas estão infiltradas e representadas por presidentes que não têm interesse em introduzir a democratização nos quilombos. É o caso da Fundação Palmares, do Conselho Estadual da Política de Igualdade Étnico-Racial (CEIRMA), da Secretaria de Estado Extraordinário de Igualdade Racial e até da Comissão Verdade da Escravidão Negra da OAB. A maioria dos quilombolas não conhece essas instituições e por isso se sente ainda menos representada por elas.
Os 51 quilombos oficialmente reconhecidos vivem em um estado social e econômico catastrófico, dependentes de associações « fantasmas » administradas e controladas por esses traficantes de escravos modernos.
O Maranhão, graças a essa força de trabalho « barata » e secular, é considerado o 5º estado mais rico economicamente e o penúltimo, depois de Alagoas, socialmente.
Foram identificados 15.000 assentamentos rurais que praticavam escravidão na região. Um recorde para o Brasil.
Os quilombolas vivem em dependência e medo. Vendem-se por alguns reais ou sob ameaça, que sabem por experiência própria ser grave. Por exemplo, o deputado federal Aluisio Mendes, próximo de Bolsonaro, mas também muito próximo da família Sarney, permitiu que o prefeito de Bacuri, Washington Luís de Oliveira, fosse retirado, de maneira muito obscura, da « ficha suja » que o tornava inelegível para o cargo. Ele esteve ao lado do prefeito durante a campanha, na qual este se apresentou desonestamente como membro da Polícia Federal para impressionar um eleitorado que vive constantemente com medo dos poderosos. Temos provas em vídeo disso. Esse prefeito foi reeleito. Seu chefe de gabinete, José Maria Carvalhal Neto, é descendente direto do sanguinário traficante de escravos Antonio Bitencourt, que semeou o terror nesta região. No município, uma escola leva o nome dele, como se para que os alunos entendam que eles ainda são os « Mestres, os Reis ».
 
 
José Maria Carvalhal Neto, descendente do Antonio Bittencourt
O Subscritor de pedido desta coligação é José Maria Carvalhal Neto, descendente do sinistro traficante de escravos Antonio Bittencourt.
É o chefe de gabinete da Prefeitura de Bacuri, e don de uma empresa organizadora de feiras, congressos, exposições e festas, com outras actividades secundárias. Seria interessante saber se a prefeitura usa seus serviços, principalmente durante a campanha eleitoral. Isso seria ilegal
por razões de conflito de interesses.
 


Quando postei uma informação no site da PRCB-Projeto de Resgate da Cidade de Bacuri, esta é sua resposta muito « democrática... »: « tu-é um bicho burro »...
 
Jovan Cunha Silva e facções criminosas 
 
Muitos moradores do município de Bacurí nos contaram, fora do microfone, que Jovan está ligado às facções criminosas que assolam a região. É verdade que desde que a sua esquema está no poder, a violência, o tráfico de drogas e de motos só aumentaram, com total impunidade. Também é verdade que todas as suas ações criminosas denunciadas neste blog beneficiam de apoio misterioso, à margem da lei.
Mas o próprio Jovan, e sua vice-candidata Lunara Nery, aparecem publicamente com membros ou simpatizantes de facções criminosas, como comprovam os documentos a seguir. 

Jovan invade quilombo de Bitíua para reunir « seus amigos ».
 Popó
Ao lado do DJ, Popó, um dos « pistoleiros » de Washington Luís de Oliveira, prefeito de Bacuri, anima essa orgia de álcool, drogas e decibéis no sítio do quilombo Bitíua, violentamente assediado por um público que concentra todos os narcotráficantes e membros de facções criminosas da região.
Entre os convidados de Jovan, muitos fizeram os sinais praticados pelas facções criminosas para simular decapitação, assassinato com pistolas ou eliminação...
Acima dessa violação de uma centena de quilombolas que só queriam viver pacificamente, ricos em seu patrimônio autêntico, Jovan Cunha Silva, o vice-prefeito, é o organizador. Todos os seus « amigos » da Prefeitura e das facções criminosas responderam a esta demonstração de força para impor a sua « lei » e o seu terrorismo, sem dúvida tendo em vista as próximas eleições municipais para eleger o seu mentor, Jovan Cunha Silva. Encontramos lá toda a corja do prefeito, como Nhoca e seu esposo Piula, filho do dono do bar, Gilson Bujão, seu representante local, não eleito etc…
Num clima de deboche muito alcoólico, infiltrado por facções criminosas, música em decibéis altíssimos, uma verdadeira dádiva para os vendedores de aparelhos auditivos. Na verdade, apenas pessoas surdas poderiam confiar numa tal equipa de marionetas para gerir a sua comuna.
Lunara Nery, candidata vice-prefeita do ladrão, Gilson Bujão, representante não eleito de Portugal, imposto por Aldeir, oportunista aos mãos sujas, odiado pela comunidade, e Piula, casada com Nhoca, filha de Pedrinho, o dono do bar de Portugal.
 
Um vídeo bem explícito que resume o que Jovan quer fazer com o município de Bacuri

 A expressão de sinais e gestos característicos das facções criminosas, a simulação de uma decapitação, martelam seu desejo de instaurar um regime de terror nesta região para lançar as bases de um « complexo de Bacuri », idêntico ao « complexo do Alemão » no Rio, renomado por sua crueldade e sua economia ligada exclusivamente ao narcotráfico.


Estamos muito longe da « paz e amor » de Bob Marley que deve estar se revirando no túmulo ouvindo essa péssima imitação do reggae, tomado por essa máfia que só quer explorar e viciar os quilombolas para forçá-los a entrar em um tráfego do qual talvez nunca saiam.
Os habitantes de Bitíua entenderam o perigo ao boicotar essa orgia demoníaca. Recentemente, dois outros filhos foram assassinados…

Lunara Nery seria respeitável? 

Lunara Nery, candidata a vice-prefeita ao lado de seu mentor Jovan, veicula esse tipo de vídeo em seu próprio Instagram que apenas confirma tudo o que foi denunciado acima. Educar a juventude e gerir a sociedade com tal deboche que desrespeita, com muita arrogância e ignorância, a cultura e a tradição dos quilombolas de que tanto se orgulham.

Eles eliminam todos os que estão em seu caminho
Desde que Jovan é vice-prefeito de Bacuri, a delinquência, as facções criminosas e as drogas só pioraram.
Um pescador de Portugal testemunha :
A voz da testemunha foi modificada por motivos de segurança.
Texto do testemunha endereçado à Magnólia:
 A senhora é conhecedora, a senhora conhece tudo, muito mais do que agente daqui, e a senhora falava as coisas tinha gente que nem, e ainda queria rebater que não acreditava entendeu.

E lá o João a Maria e o José, eu não sei se pagaram ou se foi por tolice, ai eles vão, talvez que deram emprego, eu não sei…
Aqui eu vou lhe dizer que as coisas estão pior Mag, eu vou lhe dizer, agente fica quase assim coagido, sem poder dizer nada, sem poder fazer nada, eles não estão de brincadeira, essa máfia a senhora sabe que eles vieram pra matar, quem tiver no caminho deles eles tiram entendeu, eles tiram quem tiver no caminho deles.

Seu irmão Josenaldo Cunha Mafra foi assassinado
Em 28 de dezembro de 2022, Josenaldo Cunha Mafra sofreu um acerto de contas e morreu devido aos ferimentos na casa de seu irmão Jovan. Esta matéria publicada no site Icururupu foi estranhamente apagada, sem dúvida para abafar um caso delicado que arriscava gerar dúvidas sobre as frequentações e ações do vice-prefeito Jovan Cunha Silva
 Texto do artigo :
 BACURI
Irmão do vice-prefeito de Bacuri é assassinado em sua residência
Ο irmão do vice-prefeito de Bacuri, Josenaldo Cunha Mafra de 52 anos, mais conhecido como Nanado, foi assasinado na noite desta quarta-feira (28), na cidade de Bacuri com um tiro de espingarda atingindo o peito e o pescoço, um único disparo. Até o momento a Policia Civil ainda não tem nome dos suspeitos, mais ja iniciou as investigações para identificar e prender o autor do crime que mobilizou o município.
O crime ocorreu em sua própria residência. Nanado teria chegado em casa por volta das 19h30min, dez minutos após ter adentrado em sua residência ouviu-se um tiro. O assassino teria realizado o crime por cima do muro pelos fundos da residência da vítima, o que denota que o autor do assassinato já conhecia a rotina da vítima e possivelmente estava de toca-lha the esperando, não dando nenhuma chance de defesa.
Nanado ainda conseguiu chegar até a casa do seu irmão que é vice-prefeito do município, mais não resistiu os ferimentos e veio a óbito.
 
 Jovan obriga o prefeito Washington Luís de Oliveira a chamar a exterminadora, a « mulher maravilha. »
Este áudio enviado por uma testemunha próxima à prefeitura relata as circunstâncias dessas represálias, sem dúvida contra uma facção criminosa concorrente. Fiel à sua reputação, a policial « mulher maravilha » Hellen Nuce Costa Cerveira Cutrim, assassinou uma dezena de pessoas, sem avisar e sem permitir que fossem investigadas as razões desse ataque contra Josenaldo. Essa testemunha nos explica o papel de pistoleiro dessa policial corrupta, paga pelo trabalho... e que reina o terror na região.
A voz da testemunha foi modificada por motivos de segurança.
Texto do testemunha
Agora que ela tá em Bacuri de novo por causa dessa morte do irmão do Jovan. Eles pegaram dois e tinha un restante. Ela pegou uns, e disse que ainda tinha mais gente envolvido. Desse tempo ela ficou direto em Bacuri.
Trata-se de Antônio Filho, não conhecia esse pessoal, que moravam em Portugal muitos anos, filho de Antonio de Marco.
Eu sei que esses dois eles levaram. Pegaram mais dez. Ela pegou muita gente. Mas depois disso, ninguém viu, ninguém sabe notícia mas, agora esses dias, depois que estou aqui, disse que ela « eliminou muito ».
Quando essa mulher tá aqui, ninguém fala, morreu, mas agora ninguém fala, tudo caladinho.
Mandaram atrás dela, ela estava trabalhando em Santa Inês, desde desse tempo da morte desse pessoal, mandaram chamar ela, porque ela tinha ido embora. Ela trabalhou lá um tempo (Bacuri), ele não quis pagar ela, ela foi embora.
Parece que o Jovan pressiono o prefeito pra trazer ela. Era muita morte. Os dois rapaz se entocaram dentro dos paus, lá na beira desse rio, é uma lavoura de gente de Bacuri e de gente de Tereré, tinha aquelas casinhas de trabalhador. Ai esse rapazes se entocaram lá, não sei quem contou pra ela, là só anda carro de boi, ai ela deixou o carro dela na boca (de fuma), chegou lá, cercou a casa onde eles estavam e matou todos dois. Ela chegou e bateu numa porta. Saiu o senhor, ela disse: não tenha medo, eu vim falar aqui pro senhor levar os dois porcos lá fora pra mim.
Ele respondeu surpreso: porcos !
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